Conselheiro do Corinthians protocola novo pedido de afastamento de Roberto Andrade

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Por TOMAS LICO MARTINS

Caro Presidente do Conselho Deliberativo do Sport Club Corinthians Paulista,
Sr. Guilherme Strenger

Atento às publicações divulgadas pela mídia, ao tomarmos conhecimento que, através de um Contrato, assinado em data antecipada, não condizente com a que conferiria poderes para tal ao atual Presidente da Diretoria de nosso Clube, nos parece justo concluir:

1- O referido Contrato perde seu valor legal por ter sido assinado por pessoa(s) que não detinha(m) poderes estatutários para tal. Portanto sendo passível de cancelamento e anulação;

2- Pessoa(s) que assinou(assinararam), indevidamente sem poderes para tal, compromissos em nome do Clube, compromissos estes que oneram diretamente a agremiação, deve(m) ser julgada(s) pelo Conselho Deliberativo;

3- Que esta(s) pessoa(s) cometeram o crime de falsidade ideológica relevante, ao se apresentarem no Contrato como pessoas devidamente autorizadas a representar o Clube naquela data, fato este que não corresponde a verdade;

4- Que não podemos ter em nossos quadros diretivos pessoas que tenham cometido crimes, em relevância contra o próprio Clube.

4- Que o Clube seja indenizado pelos prejuízos causados, respondendo por esta indenização pecuniária os autores dos atos lesivos ao Clube.

Certo da lisura na defesa constante dos interesses de nosso SC Corinthians Paulista, venho através desta, na qualidade de Conselheiro atual, Ex Vice Presidente de Futebol Profissional, Ex Vice Presidente Social, Ex Diretor de MKT e Ex Diretor de Futebol, solicitar que o prezado Presidente tome, dentro do previsto em nossos estatutos e na legislação de nosso País, as devidas providências referentes ao acima descrito.

No aguardo de suas deliberações,

Firmo o presente enviando-lhe saudações alvinegras

Tomas Lico Martins

EM TEMPO: Trata-se do terceiro pedido de afastamento do presidente Roberto “da Nova” Andrade do Corinthians. O primeiro, de afastamento sumário, foi impetrado pelo associado Rolando Wohlers, o Ciborg, mas foi negado pelo Presidente do Conselho. O outro, de impeachment, foi protocolado pelo grupo que vem sendo chamado no Parque São Jorge de “Ratos do Porão” (em provável homenagem a banda de rock), e será analisado ainda pelo Conselho Deliberativo.

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