Não há limites na política do São Paulo

ladrão

Durante todo o período de sua gloriosa história, o São Paulo nunca se viu rodeado de tantas más opções entre as pessoas que deveriam estar qualificadas para gerir o clube ou fazer oposição aos atuais dirigentes.

Ex-presidentes, quando não incompetentes, são tratados como ladrões.

Seguidores que se prostituem em meio à política do clube, sem lado, honra, direcionando atitudes e apoio para onde o vento estiver soprando, sem dar importância para o aroma dominante, seja ele límpido ou fétido.

Poder é o que interessa, o resto não tem pressa.

A imundice de procedimentos é tamanha que todos os lados, sem exceção, decidiram que bajular a “organizada”, reconhecido grupo de mercenários que se travestem de soldados daqueles que pagam mais (dinheiro e benesses), é o caminho para ocasionar inferno aos adversários.

Que se dane o clube, financiador sem escolha de muitos procedimentos inadequados, desde as festinhas “boca-livre” para a turma do “voto se bebo” ou os ingressos e viagens para ‘Facções Organizadas”.

O São Paulo não se apequenou politicamente de um dia para o outro, trata-se de um processo longo, mantido por hábitos espúrios de conselheiros que se revezam na promiscuidade, nas traições, na falta de amor ao Tricolor.

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