Vice-presidente do Corinthians, preso na Lava-Jato, prometeu esclarecer, mas fugiu de conselheiros

Normalmente atuante, piadista, o vice-presidente do Corinthians, André Negão, foi pálida figura do que costuma ser na última reunião do Conselho Deliberativo do clube.
Chegou, quase não foi notado e foi embora à francesa, descumprindo o que havia prometido aos conselheiros, ou seja, explicar as razões de sua prisão pela Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, acusado de receber propina da ODEBRECHT, construtora do estádio em Itaquera.
“Os pássaros cantam felizes”, seu bordão do Parque São Jorge, nunca mais foi utilizado.
Torcedores do clube (não os “organizados”, alinhados com a gestão) lembraram-se do episódio, e, um dia antes, na avenida Paulista, durante a votação do Impeachment de Dilma Rousseff, em que o patrão do dirigente, deputado federal Andres Sanches votou a favor do PT, Negão foi, novamente, “homenageado”:
“Cadeia Andre Negão ! Fora do Timão !”, eram os gritos dos protestos.
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