Super Bowl 50: exemplo para novos gestores do futebol brasileiro

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Novamente o Super Bowl, em sua edição de nº 50, encerrou a temporada da NFL com chave de ouro, num espetáculo impecável em todos os seus detalhes, dentro e fora do gramado.

O campeão, de maneira surpreendente, mas merecida, foi o Denver Broncos, que, em atuação notável de seu setor defensivo (capaz de ofuscar até o craque da equipe, o quarterback Peyton Manning), superou o favorito Carolina Panthers, por 24 a 10.

Árbitros que esclarecem, didaticamente, suas decisões a jogadores e torcedores; público que se mistura e comporta-se com paixão e civilidade, shows espetaculares, que não atrapalharam o tempo reservado ao esporte, etc.

Ações simples, mas efetuadas com absoluta competência, que, se adotadas no Brasil mudariam a cara e os costumes (para melhor) de todos os torneios.

 

Nivelar por cima é o caminho a ser seguido pelos novos gestores do futebol brasileiro, que precisam ter coragem de ousar, mudar e enfrentar o sistema dominante, que sobrevive do caos, da incompetência e dos discursos superados.

Evidentemente nada se espera de quem há anos está no poder (CBF, Federações e a grande maioria dos dirigentes de clubes  – com raras exceções) e nunca sequer tentou, mesmo dentro dos limites da própria mediocridade, percentual mínimo de evolução.

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