Diretor do Corinthians atacou o São Paulo a pedido de Andres Sanches, que temia perder comissão

“O São Paulo não é tão grande como o Corinthians”
A frase acima jamais sairia da boca do diretor-adjunto de futebol, Eduardo “Gaguinho” Ferreira, não tivesse sido soprada e autorizada pelo deputado federal Andres Sanches, presidente “informal” do Corinthians.
E assim aconteceu.
“Gaguinho”, que em passado recente se apresentava como Edu “dos Gaviões” (ocupou o cargo de assessor de imprensa da organizada) é mero funcionário de Sanches no departamento, limitando-se a fazer cumprir suas determinações, sem força nem coragem para contrariá-lo.
A inexpressividade torna-se ainda mais nítida quando o próprio clube, mesmo sem ter um nome ocupando a diretoria de futebol, muito menos a Superintendência (que Sanches teve que abdicar a pedido da CAIXA), não eleva o status do dirigente, que ainda assina como “adjunto”, talvez para tirar-lhe das costas responsabilidades pelas quais, nitidamente, não possui habilidades para cumprir.
Retornando ao assunto da frase de ataque ao Tricolor, diferentemente do que costuma ocorrer nas “discussões” entre Roque Citadini e Marco Aurélio Cunha, por exemplo, em que as motivações são, quando não promover as partidas, meramente no contexto da rivalidade futebolística, no caso específico de “Gaguinho”, tinha por objetivo expressar o descontentamento de Sanches, raiva, até, por quase ter perdido (para o São Paulo) uma comissão acertada pela transação do jogador Balbuena.
R$ 580 mil, dos R$ 5,8 milhões que o Corinthians irá pagar.
Vale lembrar que parte das obras do CT da Ayrton Senna, algumas dentro do Parque São Jorge e as que estão por vir (se vierem) no CT da base, foram e serão tocadas pela “empresa” BUDAUGALO, que tem parceiro de Gaguinho como proprietário no papel, mas Sanches na efetiva gestão ‘financeira” do negócio.
