“Os Dez Mandamentos” é medíocre e serve apenas para enriquecer, ainda mais, o “Faraó” da IURD

Superdimensionado por uma ação de marketing, milionária, que ajudou a melhorar as críticas sobre a película, além de falsear um “turbinado” recorde de público, o filme “Os dez Mandamentos”, versão picotada da novela exibida na Record, é uma piada cinematográfica.
Salva-se, apenas, a cena da abertura do mar-vermelho, comparável à do clássico de Cecil B. DeMille, realizada, primorosamente, com bem menos recursos, décadas atrás.
Espanta não apenas o apoio dos jornalistas a tamanha mediocridade, como também a falta de críticas a uma operação, evidentemente, realizada para expandir a franquia de “igrejas” comandada por Edir Macedo.
O escárnio de tratar como recorde de vendas brasileiro os ingressos, pagos pela IURD a diversos “fiéis” é ofensivo aos verdadeiros produtores nacionais, que ralam, anos a fio, para conseguir bancar, honestamente, um simples projeto.
Todos sabem a origem do dinheiro da Universal.
A Record, certamente sob as ordens do “Faraó” da seita, obrigou, ainda, seus contratados (todos) a comparecerem na seção reservada à imprensa, assim como proibiu-os de criticar o filme, “sugerindo” que elogios seriam importantes para a emissora.
O leitor, se tiver curiosidade, agirá com inteligência, esperando pela reprise a ser lançada pela emissora, evitando, assim, compactuar para que a mentira plantada (e bancada) pelo “pastor” da IURD (que descumpre, explicitamente, pelo menos quatro dos “mandamentos” – 2º,7º,8º e 10º), seja ampliada.
- 1°) AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS
2°) NÃO TOMAR SEU SANTO NOME EM VÃO
3°) GUARDAR DOMINGOS E FESTAS DE GUARDA
4°) HONRAR PAI E MÃE
5°) NÃO MATAR
6°) NÃO PECAR CONTRA A CASTIDADE
7°) NÃO ROUBAR
8°) NÃO LEVANTAR FALSO TESTEMUNHO
9°) NÃO DESEJAR A MULHER DO PRÓXIMO
l0°) NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS
