“Andres (Sanches) ladrão, fora do Timão!”, associados fazem ex-presidente correr escoltado do Corinthians
“Ãããããooooo, Fora Dualib Ladrão!”, em 2007, foi a última vez em que havia se escutado um presidente do Corinthians ser tratado como meliante no Parque São Jorge.
Meses depois, o mandatário renunciou.
Ontem, durante Assembleia Geral realizada na sede do Timão, com objetivo de adequar o Estatuto alvinegro a fim de possibilitar o recebimento de benefícios fiscais, o fato voltou a se repetir.
“Andres ladrão! Fora do Timão!”
“Aqui não é PT!”
Esta, entre outras manifestações (faixas, inclusive), entrelaçadas com gritos de “Filho da puta”, “Safado”, foi a maneira com que dezenas de associados do Corinthians receberam o Deputado Federal Andres Sanches (PT), no Ginásio em que era realizada a votação.
Por razões óbvias, não se tratavam de torcedores “organizados” – a quem o ex-presidente compra frequentemente – mas, na maioria, jovens corinthianos de diversas composições, entre os quais até membros da atual gestão, caso de Leandro, do Departamento Cultural (tocado pelo subserviente Donato da “Erva”).
Os cartazes, além de tratar a diretoria do Corinthians como corrupta, lembravam a utilização, para fins pessoais, das categorias de base, questionando (apesar da óbvia resposta), também, o atual mandatário, Roberto “da Nova” Andrade:
“Quem é o presidente ?”
Depois de flutuar, por anos, na fama (indevida) de grande dirigente, enquanto, na verdade, sugava os recursos do Corinthians para preencher bolsos particulares (o atual diretor de finanças, em entrevista, garantiu que o caixa do clube, hoje, é muito pior do que o herdado da gestão Dualib), Sanches, após a constatação dos desvios de conduta (fora e dentro do clube) que jogaram o Timão numa espécie de “areia movediça” financeira, enfim, terá que se explicar.
Porém, diferentemente dos protestos contra Dualib, financiados por dinheiro iraniano para viabilizar a ascensão ao poder deste grupo, que, comprova-se agora, queria apenas assaltar (com mais voracidade) o Corinthians, as manifestações de ontem, no Parque São Jorge, foram realizadas de maneira espontânea e indignada.
Surpreendido e acuado, Sanches partiu para o “bate-boca”, e se deu mal.
Teve que sair do Parque São Jorge escoltado, humilhado, sob gritos de “ladrão”, ao lado de seu fiel escudeiro (também parceiro de maus-feitos), o vice-presidente André Negão, que, em brincadeira dos que lá estavam, teria saído “branco” do ginásio.
Escondido, em cena patética, também fugiu, mas “á francesa” (amedrontado), o terceiro nome do ‘triunvirato”, o conselheiro Mané da Carne, não sem antes certificar-se que as manifestações não mais o atingiriam.
Por fim, entre correligionários e ex-colaboradores de Sanches, permaneceram no Parque São Jorge a conselheira Cacilda “da fofoca”, que, em desespero, quase chorando, ofendia a tudo e a todos, em clara defesa daquele que lhe provém o sustento e o ex-diretor financeiro Raul Corrêa da Silva, atacando as gestões que ajudou a maquiar.





“Gasta mais do que pode…
joga menos do que deve!”
Sensacional!