Coluna do Fiori
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“A vaidade é um princípio de corrupção”.
Machado de Assis
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Divulgado
Na quinta feira 09/04, o presidente da Comissão Especial de Arbitragem de Futebol – CEAF, em conformidade com seu principal assessor, concomitantemente, presidente do SAFESP, anunciou que: Flavio Rodrigues de Souza, Flávio Rodrigues Guerra, Guilherme Ceretta de Lima, Luiz Flávio de Oliveira, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, Marcelo Rogério, Raphael Claus, Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral, Tiago Duarte Peixoto e Vinícius Furlan – foram os árbitros selecionados e participarão dos “sorteios” nas fases quarta de final, semifinal e final.
Patrocínio na camisa dos árbitros nas finais da Série A1 do Paulistão 2015
Rompante
Indagado sobre a possível negativa da Federação Internacional de Futebol em relação ao patrocínio na camisa dos árbitros, o latinha esculpida nos ombros que preside a CA-FPF, respondeu: A FIFA manda lá; aqui, nós decidimos que haverá patrocínio até a partida final.
Por Que Não Te Calas
Pouco após, algum iluminado da diretoria da FPF se ligou sobre a asneira dita pelo presidente da comissão de árbitros, soltou comunicado dizendo que havia ocorrido mal entendido
Regulamento da FIFA
A permissão do logotipo da empresa patrocinadora é nas mangas da camisa dos árbitros, ao mesmo tempo, proibitiva para patrocinador das equipes
Manda Quem Pode
Conforme determinação da FIFA, na segunda feira 12/04 a diretoria da FPF propalou o fim do patrocínio
Abandonados
Por autocrítica, medo ou pressão, pouco antes do afamado “sorteio” para as partidas da semifinal, sem nenhuma justificativa, os membros da CEAF excluíram o nome dos árbitros Flavio Rodrigues Guerra e Rodrigo Guarizo Ferreira Amaral
Indago
Com a exclusão dos dois árbitros e “sorteio” de dois para a semifinal, ficaram dois para o “sorteio” da primeira partida referente à final, restando somente um pra final. Ora! O Estatuto do Torcedor determina sorteio para definir o árbitro das partidas oficiais, portanto: de que forma o todo poderoso presidente da CEAF, igualmente, seu principal assistente, obedecerá ao inserido na lei?
SAFESP
Dois fatos danosos ao todo da categoria não contestados pela diretoria do sindicato:
1º – Ter concordado que o patrocinador da camisa do Palmeiras fizesse o mesmo na camisa dos árbitros; se não concordou, não contestou, nesta toada, quem cala consente
2º – Não ter prestado publicamente solidariedade aos árbitros que foram afastados dos “sorteios” das duas refregas da semifinal
Quartas de Final da Série A1 do Paulistão 2015
Sábado 11/04
Corinthians 1 x 0 Ponte Preta
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 01: Vicente Romano Neto
Árbitro Assistente 02: Carlos Augusto Nogueira Junior
Quarto Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Item Técnico
Na primeira fase da contenda, por volta do trigésimo sexto minuto, Vicente Romano Neto, assistente 01, prejudicou a equipe da Ponte Preta, por ter sinalizado posição de impedimento do atacante Renato Cajá, no instante que dominou a bola, mandando-a pro fundo da rede corintiana
Responsabilidade
No acima, através imagem da TV, verifiquei que o árbitro estava posicionado corretamente, ou seja: na diagonal, pouco antes da linha e próximo do bico da grande área; como também, que seu assistente Vicente Romano Neto, situava-se na linha do lance; por este motivo, o assistente, deve ser punido.
Outra vez
Minutos após, Vicente Romano Neto, na metade do campo e na linha lateral que vigiava; na cara dura, quando de uma disputa ocorrida no seu nariz, assim que a bola ultrapassou a linha, inverteu lateral favorável ao Corinthians, sinalizando que era da Ponte Preta, prontamente, Emerson Sheik olhou nos olhos do sempre politicamente correto Vicente Romano Neto, reclamando com razão
Item Disciplinar
Deveria e poderia ter advertido Emerson Sheik com o segundo amarelo, quando de entrada maldosa em um dos oponentes; fato que provocaria sua expulsão
Concluindo
Salvo pequenos detalhes, considerei aceitável o trabalho do árbitro Flavio Rodrigues de Souza, como também, do assistente: 02
São Paulo 3 x 0 Red Bull Futebol e Entretenimento Ltda.
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Os representantes das leis do jogo não influíram no resultado; trabalho aceitável
Domingo 12/04
Palmeiras x Botafogo
Árbitro: Marcelo Rogério
Item Técnico
Dois dos principais momentos:
1º – Acertou por ter sinalizado impedimento do atacante botafoguense que chutou a redonda pro fundo da rede palmeirense
2º – Apesar de ter sua visão coberta pelo costado do botafoguense, deixou de marcar a penalidade máxima cometida por Gimenez no
– instantes que empurrou seu oponente Dudu, vez que, poderia e deveria ter feito por avaliação, ou então, através o comunicador, ter
– perguntado pro assistente que trabalhava naquela metade do campo; se o fez, pode ter ouvido que nada ocorreu; resposta que não
– elimina sua inteira e total responsabilidade
Item Disciplina
Marcelo Rogério errou e feio por ter advertido com cartão amarelo o defensor botafoguense Vitor, no ato da agressão praticada no
– palmeirense Valdívia, neste episódio, de conformidade com as leis do jogo, Vitor deveria receber o cartão vermelho
Santos 3 x 0 XV de Piracicaba
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Item Técnico
Sinalizou corretamente as duas penalidades máximas sofridas e convertidas em dois, dos três gols, da vitória santista
Item Disciplinar
Admissível
1ª Fase da Copa do Brasil 2015
Quarta Feira 15/04
Santos 1 x 0 Londrina
Árbitro: Igor Júnio Benevenuto (CBF-FMF)
Itens técnico/disciplinar
Trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo
Copa Libertadores – Grupo II
Danúbio (URU) 1 x 2 São Paulo
Árbitro: José Argote (VEN)
Itens técnico/disciplinar
Sem problemas, jogo ruim; nada exigiu dos representantes das leis do jogo
Política
O besteirol do candidato ao Supremo Tribunal Federal é mais indecifrável que o “dilmês”
À primeira vista, o parágrafo abaixo transcrito parece pinçado da mais sofisticada antologia do dilmês erudito. Depois de meia dúzia de releituras, bate a suspeita de que o trecho de um artigo do advogado Luiz Edson Fachin é o embrião de um novo subdialeto concebido em dupla pela filósofa de hospício Marilena Chauí e pelo poeta onanista Tarso Genro. Tão indecifrável quanto o espanto linguístico inventado por Dilma Rousseff, o fachinês lembra um rascunho da bíblia que acabou no lixo porque nem Deus entendeu o palavrório de hospício. Confira:
“Partindo-se de uma análise crítica que arrosta a primeira modernidade – entendida como o legado eurocêntrico de um sistema patriarcal, codificado e arrimado em um Estado-Nação – a segunda modernidade – identificada em uma sociedade econômica regulada por leis próprias, na qual os direitos fundamentais deixaram o campo do debate da efetividade para consubstanciar umhiperconsumo das ideias destacadas da cidadania e da democracia –, buscar-se-á investigar como a complexidade do real e a mácula do aparente convivem sob uma Constituição dirigente, que proclama a emancipação do indivíduo e funda uma ordem pautada em princípios democraticamente erigidos.
Com isso, pretende-se demonstrar que entre os significados da equidade, democracia e direitos humanos entroniza-se a compra e venda que tudo transforma em mercadoria, fazendo-se premente a construção de um novo direito, pautado em novos códigos e novos discursos, estruturados em uma principiologia axiológica de índole constitucional.” (FACHIN, Luiz Edson. Entre duas modernidades: a constituição da persona e o mercado. Revista de Direito Brasileira, v. 1, p. 101-110, 2011).
Fachin foi indicado por Dilma para a vaga aberta no Supremo pela partida precoce de Joaquim Barbosa. Na sabatina a que será submetido pelo Senado, só escapará da reprovação caso um parlamentar oposicionista se disponha a desmontar a farsa com dois disparos letais. O primeiro seria a leitura em voz alta desse besteirol de rábula de hospício. Ninguém vai entender nada ─ nem Fachin. O segundo consistiria na exibição do vídeo em que o candidato a ministro capricha na discurseira de cabo eleitoral do PT. Todo mundo entenderia tudo.
O Supremo vai sendo progressivamente degradado pela politicagem. Mas ainda não virou palanque. Nem liberou o uso de uma estrelinha vermelha para enfeitar a toga.
Autoria do jornalista Augusto Nunes
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Finalizando
Aos canalhas que são maioria dos políticos deste corrupto e corrompido Brasil, brasileiro; sigam na pratica as palavras do Presidente dos EUA – Barack Obama:
“Meu trabalho não é representar Washington para vocês, mas representar vocês para Washington.”
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-18/04/2015
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.



