Quartas de Final do Paulistinha e o vexame dos empresários

Vergonha

Sem surpresas, os quatro grandes da capital confirmaram vaga nas quartas de final do paulistinha.

Até porque, há de se cometer esforço sobre-humano para ficar de fora, tamanha a ruindade das equipes litigantes

O Corinthians é franco favorito contra uma Ponte Preta apenas esforçada.

Assim como ocorre com o Santos, muito melhor do que o XV de Piracicaba.

Duas disputas, apesar dos grandes terem obrigação de vencer, merecem alguma atenção, com uma delas, talvez, podendo ocasionar surpresas.

O embate mais difícil é o do São Paulo, que, desarrumado dentro e fora de campo, terá que se organizar, minimamente, para não ser surpreendido pelo “acertadinho” Red Bull.

Por fim, temos o Palmeiras, que, em boa jornada, pode vencer com tranquilidade um Botafogo apenas razoável, mas, instável, por vezes, deixa o torcedor preocupado.

Entre os rebaixados, observa-se nitidamente no que se transformará, após a regulamentação da FIFA, o exercício de administração de clubes por empresários (que agora não podem mais ser donos de jogadores).

Pura incompetência

O caso mais icônico é o do Penapolense, que tem todos os seus atletas agenciados por um “tubrarão” financeiro dos negócios do futebol, Fernando Garcia, irmão do dono da Kalunga, Paulo Garcia, aparentemente mais preocupado em ostentar ouro no avião do que devolver ao clube que lhe deu guarida alguma dignidade esportiva.

Outro quintal dos intermediários é o Bragantino, que deixou de ser protagonista depois de adotar a política da “barriga de aluguel”.

Sobrou ainda o Marília, nas mãos de agentes menores, e a Portuguesa, que definha (está também na série C do Brasileirão) jogada nas mãos dos abutres após uma sequencia de administradores voltados à prática da corrupção.

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