O queijo, os ratos e a Petrobras
Por NAPOLEÃO DUMONT*
No auge dos desmandos no Governo João Goulart, li interessante artigo em jornal, cujo enredo era o seguinte: se alguém pensasse que o lugar em que haveria a maior concentração de ratos seria uma fábrica de queijos, estaria enganado.
Porque sabendo da existência e do vício dos ratos, os proprietários das queijarias tomavam todas as providências para evitar tais roedores do seu patrimônio.
E a seguir, esclarecia: o lugar onde havia mais a maior quantidade de ratos era na Petrobras e passava a discorrer sobre a “Petroroubalheira” daquele tempo, a serviço de partido político, sindicatos e do enriquecimento ilícito.
Veio o Governo Militar e a rataria acabou.
A Petrobras tornou-se a grande empresa brasileira e uma das maiores do mundo! Terminou o Governo Militar e a rataria voltou, tornando-se impossível prever a extensão da “PeTro-roação”.
A cada dia há revelação de um novo imenso escândalo e de mais corrupção endêmica dos últimos mandatos governamentais.
Hoje, infelizmente para s patriotas, as ações estão no chão e a empresa quase não tem valor no mercado acionário.
Haveria solução? Há, e é tão óbvia.
*NAPOLEÃO BONSANT DUMONT é representante importante do militarismo brasileiro

