Em entrevista, Paulo Garcia ameaça retirar candidatura e grupo de Stabile se revolta
Ontem, em mais uma de suas desastradas entrevistas, desta vez na rádio Globo, o candidato a presidente do Corinthians, Paulo Garcia, dono da Kalunga e irmão do empresário de jogadores Fernando Garcia, revelou:
“Se a votação no Corinthians ocorrer por intermédio de urnas eletrônicas, retiro minha candidatura.”
O presidente do comissão eleitoral do clube, desembargador Guilherme Strenger, já reiterou aos grupos que o referido sistema de votação será utilizado, e que os insatisfeitos devem procurar a Justiça.
Fica a impressão, portanto, que Garcia estaria encontrando uma maneira “honrosa” de desistir.
Mas a declaração pegou muito mal com Osmar Stabile, seu vice, que, tratado mais uma vez como funcionário de papelaria, não foi avisado de tão importante tomada de posição, e seu grupo, que, indignados, falam em desistir de Garcia antes que o próprio abandone o pleito eleitoral.
Dr. Haroldo Dantas, braço direito de Stabile, desabafou pela mídias sociais:
“Nosso candidato não pode falar isso… Estamos nessa para consertar o Corinthians… Não para fugir do pau…”
Fato é que a crise na chapa “Pró-Corinthians” é grande, as lideranças não se entendem, e a implosão somente não ocorreu, semanas atrás, porque o dinheiro da Kalunga brotou no bolso de Edgard Soares, que pressionou Stabile a continuar.


