“Doador” de campanha de Jorge Kajuru foi investigado por improbidade administrativa duas vezes em três anos
Se nas últimas eleições, em Goiás, o ainda fantasma de jornalista Jorge Kajuru levou dinheiro do bicheiro Carlinhos Cachoeira, conforme comprovou a Polícia Federal, para fazer campanha, fracassada, de um inexpressivo local à vereança, sua atuação como político, obviamente, prometia ser ainda mais nebulosa.
E cumpriu.
Logo de cara, no registro, Kajuru inscreveu com nome “fajuto”, em que acrescentou o sobrenome “Nasser”, além de mentirosa declaração de conclusão de faculdade, quando, na verdade, sequer findou o nível fundamental.
Na sequencia, evidenciou suas pretensões, pelo menos aos eleitores mais inteligentes, ao não declarar bens no TSE, e, demagogicamente, prometer doar o salário de Deputado, quando Goiás inteira tem a informação de seu atual desemprego, ou seja, sem fonte de renda para sustento.
Como viver em Brasília sem vencimentos ?
Por fim, basta observar o relatório de “Receitas” e “Despesas” da campanha de Kajuru para que se tenha a real noção da “esperteza”.
O único doador especificado, com as ínfimas quantias de R$ 112,50, R$ 57,52, R$ 87,50 e R$ 125, é o candidato a Governador pelo PSB, Vanderlan Vieira Cardoso, recordista de ações por improbidade administrativa, ou seja, desvio de dinheiro público.
Dois processos em apenas três anos.
É obvio que os valores não são apenas estes – seria impossível realizar campanha – e que o montante total, assim como aconteceu nas doações de “Cachoeira”, não pode ser explicitado, sob pena de reprovação popular.
A cara de pau é tão grande, que no item “despesas”, Dr. Nasser, vulgo Kajuru, diz nada ter gastado até o momento.
Uma coisa é certa, o personagem do candidato “Jorge Reis da Costa” é altamente convincente, e já enganou milhões de pessoas que o assistiam pela televisão, porém, com o maior acesso a informações, proporcionado pelo advento da internet, o eleitorado goiano não pode se permitir cair noutro conto do vigário.

