Gobbi tenta esconder incompetência atacando, indevidamente, e “burramente”, a arbitragem
Não bastasse o treinador do Corinthians, Mano Menezes, incapaz de igualar seu desempenho profissional com a capacidade de negociar jogadores, esbravejar como louco a beira do gramado contra os árbitros, seu sócio, o presidente do clube, delegado Mario Gobbi, decidiu utilizar-se do mesmo artifício.
Mascarar a própria incompetência transferindo a responsabilidade para a arbitragem.
O discurso é a “perseguição” dos juízes contra o clube de Parque São Jorge.
Uma enorme e imbecil bobagem.
Ontem, então, em que o grande prejudicado pelos erros do quinteto foi o Fluminense, com gol legítimo anulado e penalidade não marcada em Fred, beirou o ridículo.
A grande verdade, que Gobbi quer esconder no discurso da “perseguição”, é que o treinador, depois de meses no cargo, não conseguiu, com as peças que possui, TODAS indicadas pelo seu grupo de sócios, montar uma equipe digna das tradições alvinegras.
E o presidente, que viabilizou os maus negócios, tanto técnica quanto financeiramente, pressionado, também, pelo indiciamento de seus dirigentes por crimes fiscais, além da falta de dinheiro, em claro desespero, procura uma bengala para enfrentar a cada vez mais latente revolta do torcedor.
Isolado no clube, com seus homens de confiança “desaparecidos” (Duílio do “Bingo” fugiu para Miami e Roberto “Da Nova” Andrade, sumiu do Parque São Jorge), Gobbi sofre para terminar o mandato, e agoniza jogando o clube publicamente contra a arbitragem, em ato de absoluta incapacidade intelectual.

