Nem super-cachorro salva placa do “mundial” palmeirense

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Apesar de humilharem-se para que a FIFA reconheça a “Taça Rio” de 1951 como se fosse Campeonato Mundial, os dirigentes do Palmeiras, em vez de cuidar dos troféus oriundos da conquista, preferiram, aparentemente, tirar alguma vantagem.

Mas como azar e incompetência andam de mãos dadas, perderam a placa comemorativa referente ao torneio, objeto histórico de valor incalculável.

O caso virou inquérito policial.

Cuidava dos pertences palestrinos um super-cachorro, pelo menos, deveria se-lo, já que, pela prestação de contas anual, o animal custava R$ 3 mil mensais aos cofres do clube.

Sem contar o aluguel do imóvel, R$ 23 mil mensais, enquanto similares utilizados para guardar objetos sairiam por R$ 5 mil.

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