Vexames e heroísmos na Copa do Brasil. Na Libertadores, deu San Lorenzo

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As vitórias, na Copa do Brasil, do Bragantino, penúltimo colocado da Série B, sobre um São Paulo em desempenho vergonhoso, no crepúsculo de Rogério Ceni, do América/RN, goleando o Fluminense, uma equipe que a imprensa elogia em meio a mediocridade geral, e do Ceará sobre o Internacional, foram marcadas por momentos de vexame e algum heroismo.

Os gaúchos tem alguma desculpa por terem poupado titulares e enfrentado um Ceará com alguma qualidade, embora, pelo custo de seu elenco, seja inadmissível a eliminação.

Diferentemente do São Paulo, que conseguiu a proeza de reabilitar um Bragantino abaixo da crítica, cabide de emprego de empresários, e que, a cada dia, percebe não ter sido uma boa ideia participar da extensão da gloriosa carreira de seu Mito, que deveria ter se retirado dos campos ainda em boa condição técnica, dois anos atrás.

Já os cinco a dois dos potiguares sobre os cariocas, com gol nos minutos finais, heróicos, serviram para mostrar que o elogiado Fluminense é pouca coisa melhor do que a mediocridade geral dos que pensam jogar futebol no Campeonato Brasileiro.

Pela Libertadores da América, o Campeão foi o argentino San Lorenzo, alegrando o Papa Francisco, na pior final de todos os tempos, contra um Nacional do Paraguai esforçado, mas indigno de figurar entre os grandes históricos do torneio.

Nunca foi tão fácil para o Real Madrid, que será campeão mundial com o pé nas costas no final do ano.

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