Rodada de ontem marcou o crepúsculo de uma seleção magnífica. Hoje, outro campeão do mundo pode se despedir da Copa
Futebol é um esporte implacável, até mesmo com os magníficos, caso específico de uma geração de jogadores que encantou o mundo, durante quase uma década, desfilando nos gramados com a inesquecível Seleção da Espanha.
O que se viu nesta Copa do Mundo foi uma caricatura da Fúria, muito menor do que sua relevante obra, finalizada, ontem, após a derrota para a promissora equipe do Chile.
Agora, o apuro será da Seleção Brasileira, que atualmente joga menos do que qualquer de seus futuros adversários, Holanda ou Chile.
Por falar nos holandeses, ontem, diferentemente do que se esperava, tiveram muita dificuldades para superar uma elogiável Austrália, que evoluiu muito após desistir de disputar as eliminatórias pela Oceania e se aventurar pelos grupos da Ásia.
Somente nos últimos 20 minutos o futebol da Holanda deu o ar da graça na partida, suficiente para reverter um quadro que caminhava para a desgraça.
Por fim, tivemos uma Croácia ratificando sua boa equipe, ao atropelar os ridículos e irresponsáveis camaroneses, um grupo de mercenários africanos que pensa jogar muito mais do que a própria capacidade permite.
Hoje, Colômbia e Costa do Marfim tem tudo para fazer uma partida interessante, aberta, de boa técnica, com favoritismo para os sul-americanos, que, de fato, possuem melhor equipe.
Na sequencia, o “Fielzão” vai tremer numa disputa de gigantes do futebol mundial.
Uruguai e Inglaterra jogam a vida na competição, com os ingleses favoritos, embora nunca se deva subestimar os uruguaios num torneio que envolve muito mais do que simplesmente futebol.
Finalizando a rodada, o Japão é franco favorito perante uma Grécia de poucas alternativas técnicas, e deve vencer.

