Palmeiras: turismo na hora do trabalho

Logo que o Palmeiras foi rebaixado à série B do Brasileirão, seu presidente, Arnaldo Tirone, demonstrando pouco se importar com a situação, além de alguma deficiência intelectual, foi flagrado curtindo a vida numa praia do Leblon.

Recebeu duras e justas críticas por ter abandonado o clube numa situação em que o comandante tinha a obrigação de estar ao lado dos comandados.

Ontem, e também na última semana, o mesmo critério pode ser adotado ao tratar da viagem praticamente a passeio feita por Paulo Nobre, com o único intuito de agradar a direção da CBF.

Enquanto o departamento de futebol palestrino vivia o inferno que culminou com o vexame de Mirassol, Nobre fazia política na Europa.

Deixando o Palmeiras nas mãos de um empresário de jogadores, Brunoro, e de um esforçado, mas inexperiente treinador.

No caso de Tirone, um “duro” que se vendeu como empresário dentro do clube, o deslumbramento por frequentar ambientes incompatíveis com sua renda pode ser tratado como fator motivador de algumas bobagens, mas Nobre, de cômoda situação financeira, não precisa se aventurar em ações que não trazem benefício algum ao clube.

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