Tolerância palestrina

Um dirigente do Palmeiras, ligado ao departamento financeiro, foi retirado de uma dessas “casas religiosas”, carregado, recentemente, por seguranças e um taxista.
Gastou R$ 8 mil, entre “orações” e doses generosas de vinho “sagrado”.
Na hora de pagar a conta, causou surpresa aos proprietários do “convento” não apenas a quitação da pendência em dinheiro, como também a generosa caixinha.
“O Palmeiras paga…”, disse o diretor, ou “ex”, entre sorrisos e palavras desconexas.
