Coluna do Fiori

“Para quem não puxa saco de ninguém, a luta é um pouco mais difícil. Mas, vale a pena”
Marcos Kamorra: Pensador
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Sabujismo no Sindicato dos árbitros de Futebol do Estado de São Paulo

A cumplicidade do vice-presidente, diretores, conselheiros e da maioria dos associados para com José de Assis Aragão, atual presidente do SAFESP, é evidente. Isso ocorre, principalmente entre os mais antigos, porque tanto quanto ele, desrespeitaram o estatuto e o regimento eleitoral.
Pode
Ser a recompensa pelos pedidos que lhe fizeram durante os anos em que atuaram nos campos de futebol.
Somados
Eles sempre preservaram o próprio umbigo.
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Série A do Brasileirão 2025 – Sábado 15/11
Santos 1 x 0 Palmeiras relativo a 13ª Rodada
Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA-SP)
Item Técnico
Estou convicto que Raphael Claus deveria ter sinalizado a falta penal cometida pelo santista Souza camisa 33 no instante que acertou a perna direita do palmeirense 18
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Alvinegros Santista – 01 para Alviverde
Concluo
Considerando que depois de batida, maioria da penalidade máxima finda no fundo da rede, equipe alviverde foi prejudicada
Domingo 16/11-Red Bull Bragantino 2 x 0 Atlético-MG referente a 37ª Rodada
Red Bull Bragantino 2 x 0 Atlético-MG
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (CE)
VAR
Caio Max Augusto Vieira (GO)
Item Técnico
Trabalho tranquilo do principal representante das leis do jogo e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para defensores do Massa-Bruta – 01 para defensor do Galo
Vermelho justo e direto: para Igor Gomes defensor atleticano camisa 17
34ª Rodada – Quarta Feira 19/11/2025
Santos 1 x 1 Mirassol
Árbitro: Matheus Delgado Candançan (FIFA-SP)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)
Item Técnico
No decimo minuto da segunda etapa Santos vencia 1×0, bola foi alçada para dentro da área santista, lado do poste esquerdo do goleiro,
Neste
Minuto, alvinegro Neymar camisa 10 deu uma rasteira no oponente Reinaldo camisa 06, árbitro postado lado do poste direito, provavelmente encoberto por alguns disputantes, nada marcou;
Depois
Que um santista chutou a bola para fora da linha lateral, VAR cumprindo seu dever, sugeriu a revisão do lance no monitor
Acolhendo
Depois de ver e rever, Matheus Delgado Candançan voltou ao campo apontando a marca da cal
Infração
Batida por Reinaldo, findada no fundo da rede, decretando o placar final
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Alvinegro Santista – 02 para defensores Mirassolenses
Quinta Feira 20/11 – Corinthians 3 x 1 São Paulo
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (FIFA-MG)
Item Técnico
No 26º minuto da primeira etapa, perto do fato, domínio visual perfeito, Anderson Daronco determinou segue o jogo no instante em que o tricolor Ferreirinha camisa 11 empurrou as costas do oponente Bidon camisa 27
Na
Sequência, redonda saiu da linha lateral fiscalizada pela assistente 02: Maira Mastella Moreira (FIFA-RS)
VAR
Solicitou a revisão do ocorrido; lá chegando, vendo e revendo, reconhecendo seu erro, Anderson Daronco apontou a falta penal
Penalidade
Batida por Yuri Alberto camisa 09 findada no fundo da baliza, abrindo o placar
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Alvinegros – 02 para Tricolores
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Coluna em Vídeo
Por problemas de agenda do Paulinho não teremos a publicação da versão em vídeo da Coluna.
Esperamos retornar na próxima semana.
Desde já pedimos desculpas pelo transtorno
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Política
Operação no Rio: um fracasso exemplar

Festejada como exemplo de linha dura, a ação policial mais letal da história, segundo relatório do próprio Estado, falhou em quase tudo e, para piorar, há poucas imagens de câmeras da PM
A Operação Contenção, realizada no fim do mês passado nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio, tornou-se um marco para o debate nacional sobre o modelo de segurança pública que o Brasil precisa adotar para enfrentar as organizações criminosas. Se ganhou essa importância, o ideal seria que a mais letal intervenção policial já registrada no País fosse devidamente escrutinada pela sociedade e pelas instituições de controle, como sói acontecer em qualquer democracia constitucional madura.
Mas, não obstante a gravidade da operação – que culminou em 121 mortos, entre eles quatro policiais –, o governador Cláudio Castro (PL) falhou miseravelmente em assegurar as condições mínimas para que as ações dos policiais civis e militares sob seu comando pudessem ser devidamente apuradas, sobretudo pelo Ministério Público, instituição incumbida pela Constituição de exercer o controle externo da atividade policial.
O Relatório Técnico-Probatório enviado pelo governo fluminense ao Supremo Tribunal Federal (STF), por ordem do ministro Alexandre de Moraes no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, expõe falhas absolutamente inaceitáveis à luz da dimensão daquela operação. Embora Castro classifique a Operação Contenção como um “divisor de águas” no combate às facções criminosas em seu Estado, o próprio relatório entregue por ele ao STF desmonta o discurso oficial. A Secretaria de Segurança Pública do Rio atualizou os números de prisões e apreensões, demonstrando que muitos dos mandados judiciais que originalmente embasaram a operação deixaram de ser cumpridos. Para piorar, a pasta foi incapaz de fornecer o elemento mais básico de qualquer operação policial moderna: o registro audiovisual por meio de câmeras corporais instaladas no fardamento dos agentes.
Dos cerca de 2.500 policiais mobilizados, só uma pequena parte portava câmeras. E, desse contingente já pífio, somente metade dos equipamentos registraram imagens. O restante, segundo o governo fluminense, apresentou falhas técnicas ou teve as baterias descarregadas. É uma explicação que zomba da inteligência alheia. Não há como justificar que um dos maiores Estados do País conduza uma operação policial daquele porte providenciando um número tão minguado de câmeras e, ademais, em prever baterias extras a fim de garantir o pleno funcionamento dos aparelhos. Não se pode condenar quem veja esse erro crasso de planejamento como uma ação deliberada para inviabilizar a reconstrução dos fatos e a identificação de eventuais ilegalidades cometidas pelas forças policiais.
Quando não se sabe exatamente o que aconteceu durante os confrontos, abre-se espaço para a desconfiança na polícia – e isso é péssimo para o Estado de Direito. A ausência das imagens torna-se ainda mais grave diante dos relatos de que corpos teriam sido removidos e manipulados antes da realização de perícia. Em qualquer parte do mundo civilizado, esse tipo de comprometimento da chamada cadeia de custódia seria suficiente para anular a credibilidade de toda a operação. No Brasil, onde o uso de câmeras corporais já foi reconhecido pelo próprio STF como mecanismo indispensável à atividade policial, até para resguardo dos próprios agentes, isso soa como afronta ao Estado de Direito.
A discussão sobre segurança pública, contudo, não se encerra nos eventuais erros da Operação Contenção. A escalada de poder de facções como PCC e Comando Vermelho, que se tornaram, na prática, organizações de caráter mafioso, exige uma abordagem nacional capaz de coordenar políticas públicas, fortalecer investigações e impor limites claros ao uso da força letal.
Se a Operação Contenção se converteu no ponto de partida para essa inflexão tão necessária, torna-se ainda mais imperativo que ela seja analisada com absoluta transparência e rigor. Não há dúvida de que o combate às facções criminosas frequentemente exige confronto. Mas o que diferencia policiais e bandidos é o compromisso inegociável com a legalidade. A sociedade brasileira, exausta tanto da violência cotidiana quanto da omissão histórica do poder público, não clama por vingança, mas por ordem, húmus da paz social. E ordem só se constrói com operações policiais circunscritas aos limites da Constituição.
Opinião do Estadão publicado dia 21/11/2025 às 03h00
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“A falta de transparência resulta em desconfiança e um profundo sentimento de insegurança”
Dalai Lama
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP: 22/11/2025
