A arbitragem brasileira segue enganando

ANAF e ABRAFUT, que eram rivais, decidiram se unir, a partir de 2016, sob nova denominação: Federação Nacional dos Árbitros de Futebol.

Nenhuma das divergências — algumas graves — foi sanada.

Ficou o dito pelo não dito.

Seus representantes, o espertíssimo Salmo Valentim e o árbitro Anderson Daronco, atenderam a pedido de Samir Xaud, presidente da CBF — sob o comando de Gilmar Mendes.

A fusão foi sacramentada em reunião com Rodrigo Cintra, Coordenador-Geral de Arbitragem da “Casa Bandida”.

Diante dessas movimentações, fica claro que as indignações do passado eram apenas para inglês ver.

Os mesmos de antes, agora unidos, seguirão beijando as mãos da Confederação, ainda que em prejuízo da classe que deveriam defender.

Sem oposição alguma, já que também desmoralizadas.

Quem levaria a sério, por exemplo, uma reclamação do SAFESP, sindicato presidido por corrupto condenado por desviar dinheiro do Pacaembu, cujos dirigentes são incapazes até de questioná-lo?

 

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