CBF e a pior campanha

A Seleção Brasileira não saiu ilesa sob a gestão de Ednaldo Rodrigues e, agora, do “laranja” Samir Xaud, amargando a pior colocação de sua história nas Eliminatórias da Copa do Mundo.
Pelos critérios do torneio anterior, teria que disputar a humilhante repescagem.
Hoje, classificada diretamente para o Mundial — apesar dos resultados desastrosos —, a esperança recai sobre um possível “coelho da cartola” de Carlo Ancelotti.
Pode ocorrer? Sim. Mas altamente improvável.
O treinador italiano sequer teve tempo de definir um grupo de jogadores que, neste momento, já deveria servir de base às escalações.
Sem essa estrutura, será muito difícil alcançar entrosamento.
Enquanto isso, nossos principais adversários, cotados como candidatos ao título, estão voando.
Nem craques incontestáveis temos.
Vini Junior é ótimo jogador, mas não consegue, sabe-se lá por quê, render o mesmo na Seleção.
Neymar é um ex-jogador em atividade.
Endrick e Estevão são apenas promessas.
Mais do que os próximos amistosos, que irão — tardiamente — delinear o material de trabalho de Ancelotti, o mês de preparação pré-Mundial será decisivo para inseri-los no esquema de jogo.
Ainda assim, o Brasil não será favorito.
