O tamanho do Rollo em que está metido o Santos

O Blog do Paulinho revelou que o policial Orlando Rollo, preso sob suspeita de achacar traficantes internacionais – libertado porque os grampos que o flagraram não tinham autorização judicial, chefiou a delegação do Santos em Minas Gerais.
O que, por si, é uma temeridade.
Ontem, após a vitória do Peixe contra o Cruzeiro, Rollo, até então calado, decidiu se pronunciar.
Seria melhor ter ficado calado.
O maçon atribuiu a si os louros da conquista; disse ainda que estava com o time a pedido da gestão, ou seja, de Marcelo Teixeira.
Este é o nível.
Gigante no nome, na história e nas conquistas, o Santos é refém de anões morais e de dirigentes com hábitos de gestão de décadas atrás, quando, não por acaso, tiveram as contas rejeitadas pelo Conselho Deliberativo.
