Neymar chifrou também o Santos

Em entrevista ao Flow Podcast, realizada em Vila Belmiro, durante um evento parcialmente bancado pelo clube, Neymar revelou:
“Eu tive conversas para jogar o Mundial”
“O Fluminense foi uma coisa que ficou bem perto de acontecer, mas preferi ficar para treinar um pouco mais.”
O histórico de Neymar — e de seu pai, que comanda os rumos profissionais da família — tende a traduzir essa suposta “preferência por treinar mais” (algo que o atleta sempre abominou) como resultado de um provável desacerto financeiro.
A manobra em curso, ainda que não sacramentada, enquanto o Peixe lhe fazia juras de amor, é o típico caso de traição.
De colocar chifres, Neymar entende como poucos.
Houve, ao que tudo indica, facilitação por parte do traído.
O presidente Marcelo Teixeira, ao ser questionado pelo SporTV, demonstrou conformismo:
“Nós só tivemos concretamente uma única proposta para que o Neymar disputasse a Copa do Mundo de Clubes, que foi do Fluminense.
Procurou a mim e pediu para conversar com o Neymar.”
Só faltou deixar a porta do quarto aberta.
Sem se dar ao respeito há tempos, o Santos segue sendo usado como se fosse peça descartável.
