Quanto custou o acordo da CBF?

Há alguns anos, cartolas ligados à CBF tratavam Ednaldo Rodrigues como se fosse bandido e pediam a anulação da Assembleia que resultou em sua eleição como Presidente.
Diversas ilegalidades foram listadas.
O caso foi parar no STF.
Desde então, Ednaldo seguia presidente amparado em liminar concedida por Gilmar Mendes, apesar do Ministro possuir, em nome do filho, lucrativa concessão de cursos com o nome da CBF.
Eis que, quando o Supremo, enfim, decidiu que já havia sentando por muito tempo no processo, surge um inesperado acordo.
Os mesmos que alegavam imoralidades diversas nos bastidores políticos da Casa Bandida, entre os quais Rogério Caboclo, a quem Ednaldo traiu fortemente, assinaram uma petição desdizendo tudo o que haviam falado.
O que era inaceitável passou a ser tratado como legal.
Gilmar Mendes deu por encerrada a questão.
A única dúvida, entre óbvias certezas, seria o custo das mudanças de opiniões.
Assinaram o documento: Rogério Caboclo, Fernando Sarney, Antônio Carlos Nunes, Gustavo Feijó e Castellar Guimarães Neto, pela Federação Mineira de Futebol.
