Silêncio do Ibrachina após quebra-quebra em Guarulhos é revelador

Durante a semana, pela Copinha, após serem eliminados pelo Flamengo/SP, jogadores, comissão técnica e dirigentes do Ibrachina promoveram quebra-quebra no estádio (em Guarulhos), jogaram objetos nos torcedores, depredaram vestiários, entre outras barbaridades.

Até o momento, ninguém da equipe agressora se pronunciou.

Faz sentido.

Sediado na Mooca, o Ibrachina tem como controladores familiares de Law Kin Chong, o Rei da 25 de Março, do Pari e de outras zonas afamadas pela prática do contrabando.

A polícia chegou a tratá-lo, tempos atrás, como membro da Máfia Chinesa.

O silêncio é regra para Chong.

Talvez por conta desta proteção, os vândalos do Ibrachina sentiram-se seguros para barbarizarem.

A FPF que, em tempo recorde, poucos meses após a criação do clube, transformou-o em cabeça de chave da Copinha, terá coragem de punir, com rigor, a quem trata com parceria?

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