Sócios salvam o São Paulo da sanha ditatorial de Júlio Casares

Ontem (27), associados do São Paulo foram às urnas e votaram ‘NÃO” à terrível proposta de reforma estatutária forjada pela diretoria de Julio Casares.
Dos 1.198 votos, 639 salvaram o clube do retrocesso, contra 554 manifestações anti-tricolores.
Os déspotas queriam ampliar o mandato presidencial de três para seis anos, a suspensão preventiva de sócios, que, obviamente, vitimaria os opositores, e uma espécie de ‘carta branca’ para que o Presidente negociasse contratos sem a necessidade do crivo do Conselho.
Apesar da vitória momentânea, o São Paulo segue refém, nas eleições presidenciais, da escolha dos conselheiros.
Estes, para manter as benesses e a possibilidade de venda de apoios, não permitem que os sócios possam escolher o mandatário do clube.
Boa parte sobrevive do clube.
Enquanto estiver dominado por esta maçonaria, o Tricolor permanecerá longe do progresso, observando de binóculo o sucesso de rivais mais estruturados.
