Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

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apito limpo

“Uma coisa que eu tenho exercitado ao longo da vida é que o medo não pode me paralisar”

Glória Maria: foi uma jornalista, repórter e apresentadora de televisão brasileira

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11ª Rodada da Série A do Brasileirão 2024 – Sábado 22/06/2024

Grêmio 0 x 1 Internacional

Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)

VAR

Igor Junio Benevenuto de Oliveira (FIFA-MG)

Item Técnico

Trabalho normal do árbitro e assistente

Clareio

Aos analistas, sobretudo alguns dos ex-árbitros que procuram pelo em ovo a fim de enrolar seguidores, atraindo outros.

Evidente

Que a definição trabalho normal apresenta pequenos lapsos, desde que não ataquem as regras do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para Tricolores dos Pampas e 03 para Colorados

Vasco 4 x 1 São Paulo

Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)

VAR

Charly Wendy Satraub Deretti (FIFA-SC)

Item Técnico

Placar incontestável! Trabalho normal

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para Cruzmaltinos e 02 para Tricolor

Domingo 23/06

Atletico-PR 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)

VAR

Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (AB / MG)

Item Técnico

Desempenho aceitável do principal representantes das leis do jogo, idem assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para Rubro-negros e para Alvinegros

12ª Rodada – Quarta Feira 26/06 – Corinthians 1 x 1 Cuiabá

Arbitro: Fabio Augusto Santos Sa Junior (SE)

VAR

Rodrigo Nunes de Sa (FIFA-RJ)

Item Técnico

1º – Aos 43º minutos da primeira etapa, árbitro foi correto por ter abonado o assistente 01: Guilherme Dias Camilo (FIFA-MG) na ocasião em que ela sinalizou a posição de impedimento do cuiabano Clayson no momento que passou a redonda para o consorte Cafu mandar pro fundo da rede.

2º – no 4º minuto da segunda etapa árbitro atendo ao fato visualiza bola em cima da linha de fundo, poste esquerdo do goleiro corintiano, disputa com empurra, empurra, puxão de camisa, findando com o corintiano Cacá atingindo o rosto do oponente Pita;

Árbitro

Em cima da linha da área grande, de frente pro lance, domínio visual total, observando que Cacá dominou e chutou a redonda pra frente, ergueu o braço direito sinalizando segue o jogo, Imediato:

VAR

Informou a irregularidade indicando que reveja no monitor; foi viu, voltou esclarecendo ao público que existiu penalidade cometida por Cacá ao atingir o rosto do oponente.

Penalidade

Cobrada por Pita defendida pelo goleiro corintiano com os pés bola seguiu e jogo normal.

Ora!

Entendo que Cacá cometeu a falta penal, entretanto: o árbitro viu e determinou segue o jogo, por mais está ocasião assoprador passou a responsabilidade ao VAR.

Segue

Frase de autoria de um ex-árbitro que preservarei o nome, alusiva a participação do VAR

“O VAR APITA SEM APITO E O ÁRBITRO NÃO APITA COM APITO”

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para Corintianos e 03 para Cuiabanos, incluso auxiliar técnico: Nuno Miguel Gaspar Pereira

Internacional 1 x 2 Atletico SAF-MG

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA-       SP)

Item Técnico

No 20º minuto da segunda etapa Luiz Flavio de Oliveira corretamente, apontou a marca da cal no momento que o atleticano Igor Rabello deu uma rapa no oponente Wesley

Penal

Batido por Alan Patrick, igualando o placar 1×1

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para Colorados e para defensores do Galo Mineiro

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Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI” desta semana

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos

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Política

Debate expõe dilema dos EUA: o caduco ou o mentiroso golpista?

O debate entre Joe Biden, 81, e Donald Trump, 78, produziu duas conclusões irrefutáveis e duas interrogações tenebrosas.

Primeiro, as conclusões: 1) Foi um confronto medíocre. 2) Cavalgando mentiras, Trump atropelou um Biden rouco e tatibitate.

Agora, as perguntas: 1) Quem vence um debate ordinário é melhor ou pior do que quem perde? 2) Obrigado a escolher o menor de dois males, o eleitor dos Estados Unidos deve reeleger o caduco ou ressuscitar o mentiroso golpista?

Trump fez o que se esperava dele. Pelas contas do New York Times, pronunciou pelo menos 15 declarações falsas, já descontadas as afirmações enganosas, exageradas ou descontextualizadas.

Biden desperdiçou sua melhor oportunidade para espantar a maledicência da senilidade e reativar a percepção de que o rival é uma ameaça democrática. Revelou-se um favorito não à Casa Branca, mas aos memes das redes sociais.

Enquanto o rival mentia e desconversava com o destemor habitual, Biden abusava da gagueira e dos raciocínios confusos. A certa altura, sofreu um apagão mental que o impediu de concluir um raciocínio sobre sistema de saúde.

A ausência de renovação da política americana é um sintoma desagradável. O eventual retorno de Trump à Casa Branca, hipótese cada vez menos negligenciável, daria contornos de realidade à especulação segundo a qual os Estados Unidos conspiram a favor de sua própria decadência.

Num cenário polarizado, a decisão entre a reeleição de Biden ou a volta de Trump está nas mãos dos americanos indecisos —algo como 20% do eleitorado. Resta torcer para que percebam que a diferença entre a aversão de Trump à democracia e a senilidade de Biden é que o golpismo não pode ser medicado.

Josias de Souza: Colunista do UOL publicado dia 28/06/2024

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, idem nos bastidores do futebol brasileiro.

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Finalizando

“A diferença entre um estadista e um demagogo é que este decide pensando nas próximas eleições, enquanto aquele decide pensando nas próximas gerações.”

Winston Churchill; foi um político britânico e primeiro-ministro em duas ocasiões

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-29/06/2024

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