O exemplo do Boca Juniors

Ontem, 43.367 sócios (de 94.188 possíveis) do Boca Juniors elegeram Juan Román Riquelme, o maior jogador da Argentina no período entre Maradona e Messi, presidente do clube.
O ex-craque recebeu 65% dos votos.
Seu adversário era Andres Ibarra, que tinha Maurício Macri como vice.
Milei compareceu a La Bombonera para apoiar seu parceiro de Governo, mas sai de lá vaiado e, posteriormente, derrotado.
Além da representatividade eleitoral, o Boca deu aula aos brasileiros também na competência administrativa.
Os mais de 94 mil eleitores são também sócios pagantes o que não deve render ao clube pouco dinheiro.
Enquanto isso, Corinthians e Flamengo, juntos – para citar os mais populares, rastejam em busca de associados e são incapazes de abrirem, neste caso por excesso de esperteza da cartolagem, o colégio eleitoral.
