Corinthians e o golpe de R$ 1 bilhão

No apagar das luzes de seu desgoverno, Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves, em desespero para salvar as finanças da família, quer afundar o Corinthians num empréstimo de R$ 1 bilhão.
Para justificar as tratativas, acena para o que seriam apenas 2% ao ano de juros.
Evidencia-se um golpe.
O clube, segundo informações, cederia 30% da arrecadação da Arena de Itaquera (ingressos, camarotes, etc.) como garantia de pagamento, retomando a posse somente após a quitação do empréstimo.
Ou seja, nunca.
Este 30%, retirando as despesas -a cargo do Corinthians, de cara, transformar-se-ão, no mínimo, em 50%, que acaba por demonstrar de onde os credores retirarão a diferença dos juros.
Além disso, pelo novo acerto com a CAIXA, ao menos metade da arrecadação da Arena servirá para quitar o financiamento do estádio.
Na união destes modelos de negócio, em que, novamente, 100% do dinheiro da operação estará comprometido (50% CAIXA/50% credores), será inviável não apenas pagar o empréstimo de R$ 1 bilhão, como também manter um time competitivo no futebol.
Diante do histórico da cartolagem corinthiana, e da necessidade pessoal dos Monteiro Alves, qual seria a chance deles, de alguma maneira, não se tornarem, fora os credores, beneficiados pela intermediação do acordo?
O assunto será discutido em Conselho, mas, sem aval da CAIXA – que precisa aprovar este repasse (este 30% também são garantias contratuais de seu recebimento), nenhuma decisão final vingará.
Neste contexto, da necessidade de alinhavar outro acordo com o banco – o anterior levou anos para ser concretizado -, não é impossível, ainda mais neste período eleitoral, que os Monteiro Alves estejam vendendo aos ‘parceiros’ produto que não poderão entregar, talvez, como ocorre em alguns casos, com possível ‘estímulo’ pelo lobby, o que já serviria para alegrá-los e, também, para colar nos opositores da ideia, através de apoio da mídia fomentada pelo departamento de ‘fake-news’ alvinegro, a imagem, equivocada, de trabalharem contra interesses da agremiação.
Na lama de Parque São Jorge, os porcos não se constrangem com mais nada.
Nem mesmo o sonho de receber os R$ 500 milhões que surgem no horizonte da provável composição da Liga de Clubes amenizariam o problema de um Corinthians que, além de se comprometer com mais R$ 1 bilhão, deve quase outros R$ 2 bilhões, unindo as pendências administrativas e de quitação da Arena.

Não vai existir 50% caixa, o dinheiro é justamente para pagar as dívidas com a caixa que tem juros maiores. Se for realmente 2% de juros, é um bom negócio!
Se liga palmeirense, só pode ser uma página de um anti, até agora ele foi o único que passou e fez um trabalho e acordo melhor, entre arena e contratações, então já se percebe que você e um anti-corinthians, um os melhores presidente que já passou nos últimos anos.