Conselho do Guarani ‘passa pano’ e presidenciável acusado de comprar votos segue candidato

Ontem, o Blog do Paulinho revelou, com documentos, áudio e fotografia do dinheiro, grave denúncia de compra de votos nas eleições do Guarani, protagonizada pelo candidato André Marconatto.
R$ 1 mil por voto, seria o acerto, com R$ 7,7 mil já adiantados.
Detalhes podem ser conferidos no link a seguir:
Conselheiro denuncia candidato a presidente do Guarani por compra de votos
Apesar disso, a Comissão Eleitoral do Bugre decidiu que Marconatto seguirá na disputa.
Os cinco membros, que fecharam os olhos aos fatos, são: Marcelo Khattar Gali, André Ricardo Torquato Gomes, Enrico Pereira Antunes Sartori, Marcelo Depícoli Dias e Silvio Luiz Furlin Timporin.
Destes, enviamos mensagens a Marcelo Kattar, Marcelo Dias e André Torquato, mas nenhum deles respondeu.
Contatamos, também, o acusado André Marconatto, além do Presidente do Guarani, Ricardo Moises.
O silêncio prevaleceu.
Talvez porque Marconatto tenha fama de ‘generoso’, inclusive em situações complicadas, como no âmbito da ‘Operação Alumidas’, deflagrada pelas policiais estaduais em conjunto com a Receita Federal, em que a ALUAM – INDUSTRIA E COMÉRCIO DE METAIS LTDA, sob seu notório controle, mas em nome do parente Adriano Marconatto, é investigada por crimes diversos; o prejuízo estimado aos cofres públicos atingiria R$ 430 milhões.
Trata-se de complexo esquema de recebimentos e pagamentos envolvendo empresas interpostas (laranjas), constituídas e utilizadas no intuito de serem responsabilizadas por eventuais autuações fiscais, dificultando a identificação dos reais beneficiários pelas fraudes.
A ALUAM, por intermédio do candidato, tornou-se ‘parceira’ do Guarani:

Abaixo, matéria do SBT tratando sobre o assunto (com direito a camisa do Guarani exposta no escritório):

São fatos graves.
Ainda que Marconatto não estivesse envolvido em denúncia, com fartos indícios, de compra de votos, sua ligação com o Guarani, diante do que é investigado pelo poder público, seria, por si, temerária, quanto mais ocupando a cadeira presidencial.
A omissão da Comissão Eleitoral, dos conselheiros e da Presidência diante do exposto é preocupante e ensejadora de suposições desalinhadas com a lisura esperada de gestores do Guarani.

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