Corinthians banca férias e negócios de auxiliares do bicheiro

André Figueiredo e Osvaldo Neto com Nícolas Burdisso (Fiorentina) no centro

Viagem de subalternos das categorias de base do Corinthians à Europa, bancada pelo clube, a pretexto de intercâmbio com equipes italianas, faz parte do rol de benesses proporcionadas por uma diretoria que arrendou o departamento para empresário da jogatina clandestina.

O interesse real, além de curtir as delícias do Velho Continente bancadas por quem sequer consegue pagar as contas básicas, é o de vender jogadores.

Há anos essa gente, incluindo os cartolas que estão na Itália – que assinam, mas não comandam -, envia jogadores do Timão ao Portimonense, equipe portuguesa gerida por velhos conhecidos do contraventor.

Quantos jogadores europeus, nos 16 anos da gestão ‘Renovação e Transparência’, treinaram na base do clube?

No sentido inverso, do Corinthians para o mercado europeu, foram vários.

A desculpa do ‘intercâmbio’, que serve para ocultar espertezas, existe desde quando o ex-diretor de finanças Raul Corrêa da Silva discursou acordo, que nunca existiu, com o Barcelona.

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