PF efetuou buscas e apreensões em três endereços ligados a conselheiro do Corinthians

Herói Vicente (esq.), diretor jurídico do Corinthians, e Edgard Soares (dir), em Campinas

Ontem, o Blog do Paulinho revelou que Edgard Soares, conselheiro do Corinthians, é investigado pelo MPF por suposta participação em fraude, que gerou prejuízo de R$ 26 milhões aos cofres públicos.

Dinheiro que deveria ter sido utilizado no combate à sífilis.

Um de seus cúmplices seria o Ministério da Saúde do Governo Bolsonaro.

A Justiça Federal determinou bloqueio de bens da produtora VAPT Filmes – por ele controlada -e de seu filho, Edgarzinho.

MPF bloqueia contas ligadas a conselheiro do Corinthians por desvio de dinheiro do combate à sífilis

Porém, antes disso, há uma semana, a Polícia Federal visitou três endereços ligados ao cartola alvinegro, quando realizou buscas e apreensões de bens.

Segundo fonte, computadores, celulares e demais itens foram confiscados.

Desde então, o pânico se instaurou não apenas nos Soares, mas também naqueles que com eles dividiam negócios, entre os quais alguns jornalistas bem conhecidos do público esportivo brasileiro.

A VAPT e suas co-irmãs (na verdade, CNPJs distintos que ocupam o mesmo espaço físico administrados pela mesma família) são citadas noutros inquéritos que investigam corrupção no Governo Bolsonaro e também na CPI do COVID.

Há suspeitas de protagonismo na confecção de peças de ‘fake-news’, o que colocaria Edgard Soares, parentes e demais colaboradores na mira do temido – pelo bolsonarismo – Ministro Alexandre de Moraes, que não afina quando o assunto é decretar ordens de prisão.

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