O que a CBF tem a dizer sobre Daniel Alves?

Não apenas jogadores e treinadores de futebol – Tite incluído – mantém ruidoso silêncio sobre o ‘caso Daniel Alves’, mas também a CBF, gestora do último time em que o agora ex-jogador vestiu a camisa.
O que pensa a entidade sobre um dos líderes da Seleção Brasileira ser acusado de estuprar uma garota semanas após participação em Copa do Mundo?
Diante da covardia em se posicionar, quem acreditará, daqui por diante, nas campanhas de respeito às mulheres que vierem a ser implementadas?
A única vez em que a CBF se ‘indignou’ sobre o tema foi por razões políticas, em meio às acusações de assédio do presidente anterior contra uma funcionária.
Agora, beneficiados com o comando, tanto o presidente Ednaldo quanto o ‘mentor’ Reinaldo Carneiro Bastos nada tem a dizer.
Omissão que assemelha-se ao comportamento da diretoria do Corinthians, que promove a campanha ‘#respeitaasmina’ pelas mídias sociais, mas absolve conselheiro que, habitualmente, agride mulheres, e não apenas em Parque São Jorge, como demonstrado em recente episódio que estimulou ação judicial promovida pela primeira dama do país.
