Desinformação e preconceito em ataque a Guto Ferreira

O jornalista Lucas Nogueira, com aval de risonhos companheiros da TV Brasil Central, de Goiânia, atacou o treinador Guto Ferreira com comentários preconceituosos que ridicularizavam sua aparência:
“Gente, nós temos um microfone aqui que chama lapela. No Guto não dá pra colocar lapela nele, não. Pode olhar na coletiva. Não tem pescoço, não tem uma divisória aqui (região abaixo do queixo). Então precisa cuidar disso”
Jean Lopes, um dos apresentadores, colaborou com a ofensa:
“(Guto está) comendo muita pamonha”
Trata-se de ação deplorável; ainda que os pedidos de desculpas – somente após a repercussão, tenham ocorrido posteriormente.
Tivessem os jornalistas trabalhado mais e ficado menos tempo em aparente ociosidade saberiam que existem, dentro do contexto jornalístico, razões diversas – algumas bem graves – para críticas a Guto Ferreira.
Desde associação com agentes de jogadores até a estranha participação na desgraça que levou a Portuguesa há anos de calvário.
Com tanta coisa para falar, mas preguiça demais e informação de menos, os sujeitos encontraram tempo para expor os preconceitos que deveriam, há tempos, ter resolvido em divãs de analistas.
