Corinthians completará quase um ano sem processar a TAUNSA

Basta pequena busca no sistema do Tribunal de Justiça de São Paulo para verificar que o departamento jurídico do Corinthians não perde tempo em processar todos os tipos de empresas e pessoas que, por razões diversas, deram calote no clube.

Os advogados alvinegros são implacáveis, por exemplo, com os pequenos negociantes e camelôs.

Algumas indenizações são irrisórias.

A mesma voracidade, porém, inexiste com a TAUNSA, empresa que gerou prejuízo muti-milionário aos caixas corinthianos.

Foram R$ 18 milhões em calotes de parcelas – seriam mais se não houvesse a obstrução da exposição da marca, sem contar a perda doutras possibilidades de patrocínio e também os altíssimos pagamentos ao jogador Paulinho, contratado sob promessa de custeamento integral da então parceira comercial.

Em conta de padaria, é possível avaliar o prejuízo ocasionado, entre o que está assinado e o prometido, publicamente, em aporte ao departamento de futebol, na casa dos R$ 50 milhões.

Quase um ano após, não há um processo aberto pelo Corinthians contra a TAUNSA.

Inexiste até apontamento no SERASA ou SPC.

Que razões existiriam para tratamento tão diferenciado?

O Presidente do clube, o diretor de futebol e também o jurídico, além do heróico compliance, devem saber.

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