Ausência de 2º turno favorece atual grupo gestor do Corinthians

Nas últimas eleições do Corinthians, tanto Andres Sanches, em 2018, quanto o atual presidente, Duílio ‘do Bingo’, foram alçados ao poder com menos votos do que a soma total dos demais candidatos.
Ou seja, representavam a minoria.
Este equívoco poderia ter sido corrigido neste ano, quando uma comissão de reforma estatutária do clube reuniu-se para tratar, também, deste assunto.
Imperou, porém, a covardia dos divergentes e a esperteza dos que, há anos, se beneficiam.
Tudo permaneceu como está.
É imperativo que haja 2º turno nas eleições do Corinthians.
Seja pelo sistema mais democrático, com duas assembleias gerais de associados em dias distintos, ou até de maneira híbrida, com o conselho votando em primeiro turno e os sócios, no segundo.
O Conselho Deliberativo tem ainda a palavra final para rejeitar este trecho do relatório e trabalhar para que o desejo da maioria, no próximo pleito, seja efetivamente soberano.
