Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Os guerreiros também são feridos e chegam até ser derrotados, mas jamais largam a espada!”
Sid Aguiar: Pensador
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Os gastos da convenção da ANAF

Tendo como base a quebra financeira do SAFESP propagada pelo dirigente por mim apelidado juris171consulto, sou convencido que Salmo Valentim e diretores tem a obrigação de aclarar
A
Origem do dinheiro das viagens, hotel de alto padrão, refeições e demais,
Inerentes
Ao acordado com os representantes das entidades estaduais, detentores dos blogs, convidados, palestrantes, parecer e continuidade jurídica sobre a provável formação e continuação da FENAF.
Não
O fazendo! Darão razão ao espantoso descrédito emanados da grande massa dos aficionados do futebol para com os representantes das leis do jogo.
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23ª Rodada da Serie A do Brasileirão 2022
Sábado 20/08
Atlético-MG 0 x 1 Goiás
Arbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo (SP)
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA-SP)
Item Técnico
Trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo, idem ao desempenho do VAR em duas situações reclamadas sobre duas inexistentes penalidades máximas.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Um e outro lance sem necessidade do amarelo, ressaltando que foram advertências verbais e respeitadas.
Fluminense 5 x 2 Coritiba
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (MG)
VAR
Vinicius Furlan (SP)
Item Técnico
Desempenho normal dos representantes das leis do jogo
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para integrantes do Tricolor das Laranjeiras, incluso técnico Fernando Diniz Silva e 02 para defensores do popular Coxa-Branca.
Domingo 21/08
Palmeiras 1 x 1 Flamengo
Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Item Técnico
Entendo que o árbitro Ramon Abatti Abe estava próximo do lance e com domínio visual, mesmo assim: errou e feio por não ter marcado a penalidade máxima cometida pelo flamenguista Vidal no momento do proposital deslocar dado no corpo do palmeirense Gustavo Gomes quando subia para cabecear bola vinda da cobrança de escanteio;
Até
Então seu exerceu trabalho coerente, contudo, no lance acima, sua interpretação não coincidiu com a realidade.
Conclusão
Palmeiras prejudicado.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para flamenguistas
Fortaleza 1 x 0 Corinthians
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
VAR
Rodrigo Nunes de Sa (FIFA-RJ)
Item Técnico
Trabalho compatível do principal representantes das leis do jogo e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensores do Tricolor de Aço 03 para Mosqueteiros, incluso o técnico Vitor Pereira contumaz reclamador das decisões dos representantes das leis do jogo.
Quarta Feira 24/08 – Partida de ida das Semi Finais da Copa Do Brasil
Fluminense 2 x 2 Corinthians
Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)
VAR
Wagner Reway (FIFA-PB)
Item Técnico
Nos primeiros segundos da primeira etapa Ramon Abatti Abel estava em cima do lance e mandou seguir o jogo quando da clara penalidade máxima cometida pelo corintiano Fagner no oponente Arias.
VAR
Acertou solicitando que revesse o lance no monitor, assim o fez, reviu seu erro, voltando ao campo apontando a marca da cal;
Penalidade
Batida por Paulo Henrique Ganso, consumado o gol de abertura do placar.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Tricolor das Laranjeiras e 03 para alvinegros
Concluo
Continuo entendendo que o jovem Ramon Abatti Abel em não se deixando influenciar pelos escuros bastidores e possíveis elogios; tem condições de escalar degraus na difícil atividade: julgador das leis do futebol dentro do campo de jogo.
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
Política
Sobre urnas e votos

Uma poderosa reflexão sobre as urnas como um instrumento de escolha de governantes foi feita por Machado de Assis no conto A Sereníssima República, publicado em 1882. É Richard Moneygrand, meu velho mentor harvardiano, indignado com a tentativa de ilegitimar a urna eletrônica feita por Bolsonaro, quem fala num e-mail.
Você analisou esse conto, diz meu amigo, que tem um pouco de Kipling e antecede Kafka, porque o seu centro é a comunicação de um erudito Cônego com aranhas. Tendo aprendido o idioma das aranhas, o pesquisador – a pedido delas – sugere a adoção do regime republicano no qual o poder passa por meio de urnas e votos. É obvio, portanto, que a urna e o voto sejam envoltos numa atmosfera peculiar, porque são substituídos da velha sucessão por sangue, feita nas casas reais.
Mas, aponta Moneygrand, no Brasil, o sistema republicano enfrenta os costumes de uma sociedade aristocrática. Vocês ficam como as aranhas de Machado, acusando as urnas, em vez de enxergar os vossos reais problemas.
O Brasil não muda como sociedade, diz, com exagero, o velho mestre, sem abandonar sua preocupação com o conspirador e arrogante “trumpismo”. O Brasil não muda e não é porque há uma “direita muito forte ou resiliente”, como se diz. Não anda, porque o mesmo modelo de governar foi também adotado pela esquerda. Em ambos os casos, há um secular legalismo que garante privilégios: a lei privada protege cargos e segmentos.
A diferença dos discursos impressionava, mas as práticas (que distorcem as leis em favor de pessoas) são idênticas. A direita usava os elos de família ligada à velha aristocracia; a esquerda entronizou os partidários e aristocratizou o seu líder. A direita aristocrática era dona absoluta do Brasil, a esquerda recuperou o tempo perdido aristocratizando-se no poder e tentando o mesmo absolutismo com o coletivismo populista.
Não se pode esquecer, reitera Moneygrand, que tanto um lado como outro é hierarquizado. Têm seus intocáveis e têm suas castas. “Ambos criaram suas fidalguias que imobilizam o todo e impedem a modernização igualitária do sistema, que segue miseravelmente injusto. Ademais, o sonho de todo brasileiro mais ou menos oportunista é usar a malandragem a qual, conforme você disse faz tempo no seu Carnavais, Malandros e Heróis, é um modo estabelecido de navegação social. O alvo da malandragem é o costumeiro ‘arrumar-se’ ou ‘arranjar-se’, uma figura que consiste em enganar os ingênuos.”
No mundo civilizado, primeiro se arruma o país. No Brasil, primeiro se arrumam os vencedores
Roberto DaMatta: é um antropólogo, conferencista, filósofo – Publicado no Cultura& Comportamento do Estadão do dia 24/08/2022
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Finalizando
“Apto para governar está quem ama tanto o seu povo como se ama a si próprio”
Textos Taoístas: O Taoísmo é uma religião e uma filosofia parte da antiga tradição chinesa. “Tao” significa “caminho”, “via” ou “princípio”
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-27/08/2022
