Sindicato desampara jogadores na pandemia

Os Sindicatos de Atletas de São Paulo, chefiado, há décadas, pelo ex-jogador Rinaldo Martorelli, como era de se esperar, abandonou seus ‘assistidos’ durante a pandemia de COVID-19.
Pior: aliou-se aos interesses da FPF, que trabalha para mantê-los expostos à possibilidade de contaminação.
Martorelli não engana ninguém, apesar de acreditar que o faça.
A situação é facilitada pelo desinteresse dos atletas mais relevantes (absolutamente alienados politicamente) em acolher os necessitados.
Em consequência, o Sindicato, com arrecadação milionária, é dirigido por quem mantém comportamento suspeito e diversas vezes denunciado como desonesto.
Hoje, porém, a conta do descaso chegou para todos.
Sem representatividade efetiva, todos os atletas, sejam eles milionários ou passando necessidade, correm o mesmo risco de morte, joguetes que são de uma cartolagem preocupada apenas em embolsar.
