Alexandre Mattos fez Palmeiras gastar R$ 126,8 milhões no departamento de futebol

O treinador Cuca tem deixado bem claro, nos bastidores e, por vezes, publicamente, que o elenco de jogadores à sua disposição em 2017 é inferior ao que possuía o Palmeiras, em 2016, quando da conquista do Brasileirão.
E isso não quer dizer que o time passado tratava-se de algo excepcional.
Longe disso.
Pra sorte do clube, àquele período, o treinador conseguiu – com a ajuda da excepcionalidade Gabriel Jesus, que, fruto da base, nada tem a ver com o trabalho das recentes gestões de futebol palestrinas – salvar o ano, transformando o joio em trigo, mesmo diante de evidentes limitações.
Por conta da conquista, mesmo tendo realizado trabalho que beneficiou mais a terceiros, quartos e quintos (empresários) do que ao próprio Verdão (que arcará com os custos do elenco), o diretor Alexandre Mattos encontrou forças para repetir o erro, contratar de baciada, sem critério técnico, novamente em benefício de meia dúzia de espertalhões.
“Precisamos contratar logo… o preço está alto porque a China está interessada”, foram os argumentos mais utilizados para tomar dinheiro do clube e da Madame, patrocinadora complicada.
Até abril, R$ 126.890.757,10 foram gastos pelo departamento de futebol do Palmeiras.
Destes, aproximadamente R$ 80 milhões em novas aquisições.
Dentro de campo, evidencia-se, diante de atuações abaixo da média, que o resultado esportivo não foi alcançado, porém, será fora das quatro linhas, se o clube não conquistar os campeonatos que disputa, que a realidade financeira (acumulada de 2016 e 2017) baterá à porta, revelando os desatinos de Mattos e a necessidade, quase submissa, de recorrer à ajuda de terceiros.
