As mentiras sobre o patrocínio da CAIXA com o Corinthians

andrespinoquio

O Corinthians disse, meses atrás, ter em mãos duas ou três propostas de patrocínio para a camisa, “superiores a R$ 40 milhões”, razão pela qual não renovou, imediatamente, com a CAIXA (que oferecia R$ 30 milhões).

Tratou-se, comprovadamente, de mentira.

No final, o clube fechou pelos R$ 30 milhões, com a mesma CAIXA, esquecendo-se de mencionar o que teria ocorrido com as “propostas” referidas.

Depois, os dirigentes, em exercício de manipulação, venderam a idéia de negócio “maravilhoso” o fato de poder comercializar a parte de trás da camisa, sem, porém, inserir no cálculo os meses, sem nada receber, em que o Corinthians entrou nos gramados com o uniforme em branco, ocasionando flagrante prejuízo financeiro e de imagem.

Para piorar, ontem, a cartolagem alvinegra presentou os torcedores com novas mentiras.

Disseram que as benesses do contrato anterior (nada baratas) haviam sido cortadas do novo acordo com o banco.

Horas depois, a CAIXA, em nota oficial, desmentiu, relacionando ainda o acréscimo de “molezas”:

– 150 camisa de jogos por mês;

– 430 produtos licenciados (à escolha da CAIXA), a cada 30 dias;

– 80 ingressos de numeradas (os mais caros) a cada partida disputada na Arena Corinthians (algo em torno de 3.200 ingressos anuais)

Não é necessário ser nenhum gênio matemático para mensurar a perda com o período sem patrocínio e os descontos (pelas benesses) no valor final do boleto.

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