Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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Sinto muito se minha sinceridade assusta, se as pessoas preferem essa hipocrisia de só falar o que for conveniente. Esse é meu verbo, sentir. Há quem ache besteira, há quem não saiba nem conjugá-lo. Um desperdício, desses eu sinto pena.
Pensamento de: Marcella Fernanda
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SAFESP/ Conselho de ética

Dias destes tomei conhecimento que o presidente Arthur Alves Junior denunciou Marcio Jacob, associado e membro do conselho fiscal de sua diretoria, ao Conselho de Ética, por tê-lo acusado, de ter sido coagido para assinar documentações referentes à entidade classista, na sala da CA-FPF, presidida por Marcos Marinho, da qual, foi o principal componente
Papo furado
Se verdade que uma das alegações usada por Arthur, esteja escorada na denuncia feita contra Jacob, na justiça comum; certamente, haverá recíproca. Quem não deve, não pode calar. Né não Mario Jacob?
Cadê o decoro
Na condição de presidente da entidade, Arthur Alves Junior, deveria ter procedimento análogo para consigo mesmo, vez que, contra si, existem delações gravíssimas, especialmente, a que o acusa, de ter usado o cartão de credito, em estabelecimentos incompatíveis com as precisões da entidade sindical
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Nona Rodada da Série A1 do Paulistão – 2016
Sábado 12/03
Santos 1 x 0 Água Santa
Árbitro: Vinicius Furlan
Itens Técnico/Disciplinar
Trabalho normal, no todo: Os representantes das leis do jogo não foram exigidos
Domingo 19/03
Botafogo – SP 0 x 3 Corinthians
Árbitro: Rodrigo Guarizo do Amaral
Item Técnico
Apesar de ter invertido e deixado de sinalizar faltas, no todo, considerei normal o desempenho do principal representante das leis do jogo, assim como de seus assistentes
Item Disciplinar
Dois amarelos, para atletas do Botafogo, corretamente aplicados
Copa Libertadores da América-2016
Quarta Feira 16/03
Corinthians 2 x 0 Cerro Porteño (PAR)
Árbitro: Patrício Loustau (ARG)
Itens Técnico/Disciplinar
Os representantes das leis do jogo não influenciaram no resultado da contenda. Trabalho normal
Trujillanos (VEN) 1 x 1 São Paulo
Árbitro: José Alberto Pérez ( Valera)
Itens Técnico/Disciplinar
Agiu corretamente por ter sinalizado a penalidade máxima a favor do São Paulo, batida por Ganso, não convertida em gol. No todo, árbitro e assistentes não tiveram influencia no resultado
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Política
Editorial do Estadão publicado na sexta feira 18/03/2016
Vergonha! Vergonha!
Após ter praticado um autêntico golpe de Estado em favor de seu mentor, Lula, Dilma Rousseff deu mais um tapa na cara dos brasileiros ao decretar que devem calar a boca aqueles que se insurgem nas ruas contra seu governo, acusando-os de agir sob o efeito de emoções artificialmente criadas e assim se tornarem instrumentos de uma conspiração armada contra os interesses do povo. Essa investida, que sinaliza a estratégia a ser seguida doravante pelo lulopetismo na tentativa de manter-se no poder, foi o ponto alto do comício, com direito a ruidosa claque, armado dentro no Palácio do Planalto a pretexto de dar posse a Lula no cargo de ministro que lhe garantiria foro especial na Justiça. O ato serviu a uma tentativa canhestra da presidente da República de desmentir as palavras que deixou na gravação de um telefonema feito na quarta-feira, comunicando a Lula que estava lhe encaminhando o documento de nomeação, para ser usado “em caso de necessidade”.
Nessa encenação acintosamente partidária que presidiu na sede do governo de todos os brasileiros, Dilma assumiu uma atitude agressiva, só atenuada quando fazia exortações vazias à união nacional. Em sintomática adesão ao estilo populista de seu guru, Dilma dialogou com a claque petista – o que em vários momentos deixou indisfarçavelmente constrangidos políticos e autoridades na plateia – fornecendo as deixas para as ruidosas manifestações de que “não vai ter golpe” e de ataques à “mídia golpista”.
A estridência de Dilma Rousseff nas ameaças, nem sempre veladas, aos inimigos que vê por todos os lados, especialmente no Judiciário, não ocultou a humilhação por que passava a outrora voluntariosa presidente. Naquele momento, ela abria mão do respeito a si mesma e fingia continuar sendo a chefe de governo e de Estado, mesmo já tendo entregue o poder de fato a seu mestre e criador. Ou alguém duvida de que – mesmo com o litígio judicial a respeito da validade de sua nomeação – toda e qualquer decisão governamental relevante estará sujeita, a partir de agora, à iniciativa ou aprovação de Lula?
A encenação petista serviu também para Dilma apresentar o argumento que derrubaria definitivamente a versão de que este seu conluio com Lula configura uma tentativa de obstrução da Justiça, pois pode ter o efeito prático de transferir a jurisdição das investigações que ameaçam o ex-presidente de Curitiba para Brasília. Trata-se do tal termo de posse que mandou entregar a Lula, com a recomendação de que só o usasse se fosse necessário. Ou seja, ela achava que um termo de posse, sem a sua assinatura, valeria como salvo-conduto. O espantoso é que nem numa situação extrema como aquela em que achava que enfrentava com seu mentor ela foi minimamente bem assessorada.
Esse episódio mais a divulgação das gravações feitas com autorização da Justiça das conversas telefônicas de Lula prestaram ao país o importante serviço de mostrar exatamente o que o chefão do PT, a presidente Dilma e seus interlocutores pensam a respeito do atual cenário político. Graças à iniciativa do juiz Sergio Moro de levantar o sigilo das gravações, os brasileiros puderam constatar, de maneira indesmentível, que com essa gente não há “conversa republicana”. Nem são eles capazes de inventar tretas que resistam à revelação de um telefonema.
A posse de Lula na chefia da Casa Civil acabou suspensa por um juiz federal e o governo, como era de esperar, recorreu da decisão liminar. Assim, a questão ficará sub judice, por quanto tempo não se sabe. Mas esta não é uma questão jurídica. É uma questão eminentemente moral. Daí o grito de protesto dado por um deputado presente à encenação palaciana, que lhe custou a imediata expulsão do recinto: “Vergonha! Vergonha!”.
Não têm vergonha na cara pessoas que usam o poder que lhes foi conferido pelo povo, primeiro, para surrupiar o dinheiro de todos e, depois, para proteger parentes e amigos das consequências legais da roubalheira.
Como dizia, premonitoriamente, o chefe dessa malta: “No Brasil é assim: quando um pobre rouba, vai para a cadeia; mas quando um rico rouba, vira ministro”.
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Contra o criador

Celso Jatene, eleito vereador licenciou-se para exercer cargo de secretário de esportes da cidade de São Paulo, desde o inicio da atual legislatura; que se tornou popular graças ao deputado Campos Machado, presidente do PTB do estado de São Paulo, na maior cara dura, através de mensageiro, enviou pedido de desfiliação partidária, demonstrado total desrespeito para com seu criador
Escândalos
No transcurso de sua gestão, conforme denuncias publicada nos periódicos: O Estadão e Folha de São Paulo, salvo engano, entre os meses de março/abril de 2015, ocorreram diversas ações de corrupção
Deixou de Assinar
Conforme informação, a partir das denuncias, até o presente, para evitar problemas, Celso Jatene passou a bola para alguns adjuntos a responsabilidade de assinar algumas documentações
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Finalizando
Lula
Você diz que nada deve, se verdade! Faça um gesto de meia altivez. RENUNCIE ao convite para ocupar a Casa Civil do Governo Federal
Autor: Euclydes Zamperetti Fiori
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Chega de Velhacaria, de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-19/03/2016
*A coluna é também publicada na pagina Facebook: “No intervalo do Esporte”
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
