Lucas Surcin (filho de Marcelinho Carioca), contratado pelo Santos, tem carreira gerida por traficante internacional

O negócio envolvendo a contratação do jogador Lucas Surcin (22), filho de Marcelinho Carioca, pelo Santos, é daqueles que merece melhor checagem pelos torcedores e associados do clube.
Esportivamente, o jogador inexiste.
Rodou por equipes pequenas até ser “visto” (?) por alguém do Santos, no inexpressivo Tupã-SP, que disputou, com dificuldade, a Série A-3 de São Paulo (em que foi rebaixado), ou seja, sem currículo para frequentar a Vila Belmiro.
Depois, assim que chegou, sequer pisou no clube, sendo, assim como Jean Chera (oriundo, ao menos, da base santista) emprestado ao obscuro Vitória-PE, que dizem, tem presidente amigo de Modesto Roma Junior.
Fica a impressão de utilização de recursos do clube para negócios que beneficiariam apenas os intermediários.
O caso é ainda mais preocupante porque o agente de Surcin, Ângelo Canuto, o “Padrinho”, trata-se de traficante internacional (preso, por coincidência, ao transportar, através do Porto de Santos, 5 toneladas de cocaina – não é pouca coisa – ao exterior), dono, também, da carreira de Luciano, atacante do Corinthians.
Parceiro de Naldinho (amigo de Robinho – que ensaia retorno ao clube – e Edinho, filho de Pelé), e que, recentemente, esteve na Prisão de Tremembé-SP, saíndo de lá (local de segurança máxima) para um presídio gerido, informalmente, por fação criminosa, mais edequado, segundo servidores da SAP, a seu perfil.
Abaixo duas matérias, publicadas em 2014, que retratam bem o vínculo de “Padrinho” com o filho de Marcelinho Carioca:
Traficante “Padrinho” (PCC), clubes e o “jornalismo” esportivo da BAND

