Aidar transformou Conselho do São Paulo em “massa de manobra” no caso “Taça das Bolinhas”
No último dia 03 de fevereiro, publicamos que o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, jogaria para o Conselho do clube a responsabilidade de decidir o que fazer com a “Taça das Bolinhas”, troféu que deveria, por mérito, ter sido entregue ao Flamengo.
Aidar “lava as mãos” e São Paulo discutirá assunto “Taça das Bolinhas” em reunião do Conselho
Apesar de em 1987, enquanto mandatário do “Clube dos 13”, o dirigente tricolor tenha reconhecido o título do rubronegro, nos anos subsequentes, tudo mudou.
Aidar chegou até a advogar pela CBF contra o Flamengo.
Na tentativa de limpar a barra de tantas indecisões e traições – até pelo fato de começar a ficar marcado pelo termo – o presidente do São Paulo, “lavou as mãos”, jogando para o Conselho a responsabilidade de uma decisão, que, obviamente, já sabia qual seria.
E foi o que aconteceu: por unanimidade, os conselheiros do Tricolor decidiram que o clube deve lutar pelo objeto, que consideraram de posse legítima do clube.
Como previsto, Aidar traiu não apenas o Flamengo, mas sua própria história de dirigente, utilizando o Conselho do clube para isentar-se de “culpa”, sem que os referidos “cardeais” se dessem conta de que agiram como simples massa de manobra.
Em tempo: conforme publicado no Blog do Juca, não houve votação formal, mas uma decisão em conjunto dos “cardeais” a cerca de lutar pela taça. Uma “pressão” que veio bem a calhar para Aidar…

