Dois goleiros, dois recordistas mundiais, duas novas estrelas no céu

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Por JOSE RENATO SATIRO SANTIAGO

Um dos grandes ídolos do futebol capixaba.

O goleiro Jorge Reis marcou história no futebol de seu estado.

Defendendo os Capa-Pretas , o grande Rio Branco Atlético Clube, foi campeão capixaba em 1968, 1970, 1971 e 1973.

Pela Desportiva Ferroviária participou da primeira campanha de uma equipe capixaba em um campeonato brasileiro, em 1973.

Ganhou destaque mundial ao bater um incrível recorde.

Entre os anos de 1970 e 1971, ficou 1.604 minutos sem sofrer gols, o equivalente a quase 18 partidas.

Até homenagem recebeu no Programa do Chacrinha, o trófeu Velho Guerreiro.

Algo para poucos.

O recorde perdurou até 1974.

Naquele ano, um goleiro do Náutico o superou por pouco mais de 30 minutos, a incrivel marca de 1.636, sem sofrer gols.

Seu nome, Neneca.

Um dos maiores goleiros de toda história do futebol brasileiro.

Campeão pelo Timbu em 1974, com uma equipe que contava com outro monstro, Jorge Mendonça, foi contratado pelo Guarani de Campinas em 1976.

Ninguém tinha ideia do que aquele recordista mundial ainda poderia conquistar.

Foi titular absoluto da primeira equipe do interior a levantar um campeonato brasileiro, em 1978.

Um dos grandes responsáveis por este feito inedito.

Uma equipe que até hoje detém o recorde de maior número de vitórias consecutivas em campeonato brasileiro, 12 partidas.

Anos depois, em 1981, voltou a fazer história, ao conquistar o campeonato paranaense pela equipe de sua cidade natal, o Londrina, quebrando um jejum de quase 20 anos.

Seu recorde perdurou até 1978, quando o goleiro Mazaropi alcançou 1.816 sem ir ao fundo das redes (o equivalente a 20 partidas)

Pois é… o começo de 2015 levou para o andar de cima dois dos nossos recordistas mundiais.

Neneca, no dia 25 de janeiro, Jorge Reis, no dia 31.

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