Aidar, Emília e a “torneirinha de asneiras”
O vexame a que Carlos Miguel Aidar – mais um – submeteu o São Paulo, ao tratar o Nápoli como clube da “Camorra”, precisa ser melhor avaliado pelos conselheiros Tricolores.
Sem contar que o prejuízo será inevitável.
Financeiro, se o Nápoli, levar a cabo a promessa de processo, publicada em Nota Oficial humilhante para o São Paulo.
Moral, se Aidar se retratar, mais uma vez, única maneira de evitar que o clube pague por suas bobagens.
Desde que o dirigente assumiu o cargo máximo do Tricolor, o clube está cada vez mais parecido com o Sítio do Pica-Pau Amarelo.
Principalmente pela adoção, por parte de Aidar, dos hábitos da boneca Emília, que tinha a boca apelidada como “torneirinha de asneiras.”
Para evitar que o São Paulo continue sendo ridicularizado na mídia, os conselheiros tem a obrigação de chamar o presidente do clube à razão, fazendo-o entender que numa instituição séria não há espaço para imaturidade.
