Covardia de Ilidio Lico envergonha a Portuguesa
A Portuguesa viveu, ontem, mais um capítulo triste de sua história, ao contrariar liminar judicial que a favorecia e entrar em campo, cedendo às pressões de CBF e STJD, disputando vergonhosos 17 minutos na Série B do Brasileirão.
Tudo porque o presidente Ilidio Lico não honra as calças que veste, muito menos a tradição guerreira dos portugueses.
Diferentemente de seu vice jurídico, Orlando Cordeiro, que, indignado com o “beija-mão” do mandatário aos poderes corrompidos do futebol, com honradez, após ver sua orientação para a equipe não subir ao gramado desrespeitada, entregou o cargo.
Não fosse pela ação de torcedores, verdadeiros apaixonados, e a Lusa teria jogado a partida inteira de uma divisão a qual foi jogada por ação doutro presidente, que vendeu o clube para saldar dívidas pessoais.
A Portuguesa é vítima de seus dirigentes, mas também dos interesses outros do submundo futebolístico, representados pela opressão da CBF e incompetência de juízes sem pedigree do STJD.
Juridicamente, está com a razão, moralmente, não.
Depois de ontem, nem mesmo seu torcedor, cada vez mais constrangido, parece ter forças para defendê-la.

