Taxista “cambista”, membro de “organizada”, processa TV Record e se dá mal
Existem histórias, situações, que são tão surreais que, por vezes, custamos a acreditar que possam ser verdadeiras.
No dia 17 de maio de 2013, duas jornalistas da TV Record, em trabalho investigativo, com câmeras escondidas, após denúncia de diversos torcedores, tomaram o taxi do Sr. Irineu Ramos, na Av. Ana Costa, em Santos, no intuito de conseguirem ingressos para a final do Paulistinha, que seria realizada naquela semana, entre Corinthians e Santos.
O motorista vestia uniforme da “organizada” Sangue Santista, e disse que conseguiria as entradas – vale lembrar, estavam esgotadas – mas a custo de R$ 300, cada.
A compra foi realizada e a matéria exibida na emissora, dias depois.
Em vez de se mancar e ficar quietinho em seu canto pela bobagem cometida, e flagrada, o taxista acreditou que poderia tirar alguma vantagem do episódio, e processou a Record.
Pediu R$ 50 mil de indenização, além de R$ 20 da corrida que, alegou, não fora paga pelas repórteres.
Conseguiu tomar um “pito” do Juíz, até pela cara de pau, além de arcar com as despesas processuais, após, evidentemente, perder a ação.

