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Caso ‘compra de votos’: documento desmente presidente da Comissão de Ética do Corinthians

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O Blog do Paulinho revelou, dias atrás, que o candidato a Presidente do Corinthians, Paulo Garcia, dono da Kalunga e irmão do agente de jogadores Fernando Garcia, está, desde 2017 (antes das eleições alvinegras), aguardando julgamento, pela Comissão de Ética e Disciplina, acusado de compra de votos no Parque São Jorge.

Se condenado, poderá ficar de fora do próximo pleito, marcado para o final de 2020.

A pressão política pela definição do caso é grande nos bastidores alvinegros.

Desde o encaminhamento do parecer sobre as irregularidades nas eleições de 2018, efetivado pela Comissão Eleitoral, até os dias atuais, dois conselheiros presidiram a Comissão de Ética: o advogado Sérgio Alvarenga, do grupo ‘Corinthians Grande’, ex-“Obsessivos”, e, o atual, desembargador Ademir Benedito.

Mesmo diante de farto material comprobatório (áudios, canhotos de cartão, etc), nenhum deles colocou o assunto em pauta para julgamento.

Quais serão as razões para tamanho descaso?

Pior: ontem (03), Ademir Benedito, em resposta a questionamento do associado Rolando Wholers, popular Ciborg, sobre o assunto, respondeu:

“Boa tarde Ciborg! Realmente, o sr. Paulo Garcia não está entre os representados no referido procedimento. Abraço. Ademir”

Não é verdade.

O Blog do Paulinho teve acesso ao documento, protocolado pela Comissão Eleitoral junto à Comissão de Ética, datado de 22 de janeiro de 2018, reiterado, meses atrás, à atual presidência do Conselho Deliberativo (com pedido de providências) pelo Desembargador Miguel Marques e Silva, que contém o nome dos seguintes indiciados:

Diante desse contexto, dúvidas precisa ser esclarecidas:

As respostas, para não atrapalhar o período eleitoral do Corinthians, precisam vir à tona com brevidade.

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