
Recentemente, famoso instituto, especialista em ortopedia, foi procurado por gente do Corinthians para realizar parceria no tratamento de lesões dos garotos das categorias de base.
O namoro era promissor até que, em determinado momento, uma proposta suspeita azedou a relação.
Segundo um dos médicos envolvidos nas conversas, o diretor administrativo do Corinthians, André Negão, teria condicionado a parceria à aceitação, pelo órgão, de ser agraciado por emenda parlamentar do deputado Andres Sanches, que, em tese, destina recursos públicos para quem auxilia a comunidade.
“Não gostamos do comportamento. Ficamos com medo da possibilidade de precisarmos retornar algum dinheiro a eles e encerramos as negociações”
Ainda que as suspeitas de beneficiamento pessoal dos cartolas alvinegros não viessem a se confirmar, a simples utilização de dinheiro público como moeda de troca para contratação de prestadores de serviço ao clube de Parque São Jorge já seria, por si, ilegal e imoral.
Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro liberou R$ 13,9 milhões de emendas ao presidente do Corinthians, que figura na relação dos dez deputados que mais tiveram verbas empenhadas pelo novo Governo, apesar de não mais exercer a função no Congresso:
Bolsonaro retribui apoio de Andres Sanches com R$ 13,9 milhões