
O massacre imposto ao Grêmio, numa semifinal de Libertadores, por cinco a zero sem que houvesse menor chance de reviravolta, dá bem a tônica do que o torcedor do Flamengo pode esperar nos próximos dois meses.
Tivéssemos dois jogos finais contra o River Plate, um deles na Argentina, outro no Brasil, seria bem mais difícil, mas, ainda assim, o rubro-negro seria favorito.
Com partida única, em campo neutro, a previsão é de novo passeio.
Daí, pouco tempo depois, o Flamengo disputará o Mundial, com quase certa final contra o Liverpool, que, por ironia do destino, foi batido pelo clube carioca no histórico embate dos anos 80.
Tratava-se do melhor rubro-negro de todos os tempos, com direito ao galinho Zico, no auge.
Naquela época, foram três a zero, impiedosos.
Nos dias atuais, as chances se equiparam às do passado porque os ingleses possuem uma boa equipe, mas não se trata do que há de melhor na Europa, diferentemente do Flamengo que, de longe, supera a todos nas Américas.
Além disso, está confiante e em ótima fase.
Nos próximos dois meses, o Flamengo vencerá a Libertadores, erguerá o troféu do Brasileirão e retornará ao olimpo do planeta, de maneira incontestável.
Bastou para isso, após anos desesperadores, voltar a jogar futebol.